Ela estava estática, chocada com o que tinha acontecido, seria possível tudo aquilo acontecer de novo? Será que ele estava de volta? Está buscando por ela?
– Preciso ir embora, disse Katie pegando o máximo de coisas possíveis e colocando dentro de sua mochila laranja, que tinha desde quando todo o desastre aconteceu.
– Se ele conseguiu chegar até aqui é por que ele sabe de alguma coisa. Eu não quero que 2004 volte, por favor que eu esteja sonhando.
– Se ele conseguiu chegar até aqui é por que ele sabe de alguma coisa. Eu não quero que 2004 volte, por favor que eu esteja sonhando.
Depois de arrumar suas coisas, esperou até que não ouvisse mais aquela maldita voz metálica que assombrou a vida dela toda, tudo se acalmou depois de uns cinco minutos, ele parecia não ter achado o que queria.
Caminhando para os fundos da casa, Katie ouviu um barulho,semelhante a um choro, mas não era bem isso, e achou em meio aos escombros da casa onde tinha passado seus últimos anos, um pequeno bebê, ele era diferente dos outros, pois ele não chorava, – curioso não? – , ele apenas soluçava, parecia que já havia aprendido que era melhor não chorar.
– Só o que me faltava, será que levo esse pequeno comigo? Não vai ser muito perigoso?
Mas algo dizia que tinha que levar o bebê, talvez sua consciência? Afinal, ele morreria de fome se ficasse sozinho, e olhando para o rostinho assustado dele e tomou a sua decisão.
– Ok, você venceu, você virá comigo, mas tu tem que se comportar.
Obviamente ele não respondeu, por quê será? Acho que quando se passa muito tempo sozinha, falar com um bebê e esperar uma resposta é normal. Katie pegou a sua mochila com uma das mãos e o bebê com a outra, e deu um jeito de arrumar mais comida.
Caminhando para os fundos da casa, Katie ouviu um barulho,semelhante a um choro, mas não era bem isso, e achou em meio aos escombros da casa onde tinha passado seus últimos anos, um pequeno bebê, ele era diferente dos outros, pois ele não chorava, – curioso não? – , ele apenas soluçava, parecia que já havia aprendido que era melhor não chorar.
– Só o que me faltava, será que levo esse pequeno comigo? Não vai ser muito perigoso?
Mas algo dizia que tinha que levar o bebê, talvez sua consciência? Afinal, ele morreria de fome se ficasse sozinho, e olhando para o rostinho assustado dele e tomou a sua decisão.
– Ok, você venceu, você virá comigo, mas tu tem que se comportar.
Obviamente ele não respondeu, por quê será? Acho que quando se passa muito tempo sozinha, falar com um bebê e esperar uma resposta é normal. Katie pegou a sua mochila com uma das mãos e o bebê com a outra, e deu um jeito de arrumar mais comida.
2004, 16 de março
Katie tinha seis anos estava em casa com seus pais, eles moravam numa casinha simples em Wichita, os pais de Katie a muito tempo estavam estranhos, com medo, receio, qualquer barulhinho era motivo para um alvoroço, eles ensinaram a ela coisas que crianças comuns não tinham conhecimento, tipo, armazenar comida, fazer fogo, curar cortes, e principalmente a fazer o menor barulho possível em qualquer ocasião.
No dia dezesseis por volta de umas dezenove horas da noite ouviram uma batida na porta, essa batida se repetiu três vezes cada vez mais forte, eles estavam reunidos na sala de jantar comendo, conversando, porém, muito baixo. O pai de Katie, sr. Sthepen Farr foi atender a porta, inquieto, afinal, eles estavam no meio do jantar, ao abri-la se deparou com o agente do governo David Lee.
– Boa noite senhor Farr, desculpe o incômodo mas o nosso governante exige vê-lo imediatamente, e eu fui mandado para levá-lo até a prefeitura. Portanto pegue seu casaco e vamos, não tenho ideia de que horário senhor poderá voltar para casa.
– Claro senhor, permita-me me despedir de minha esposa, e da minha filha.
– Claro mais seja breve.
No dia dezesseis por volta de umas dezenove horas da noite ouviram uma batida na porta, essa batida se repetiu três vezes cada vez mais forte, eles estavam reunidos na sala de jantar comendo, conversando, porém, muito baixo. O pai de Katie, sr. Sthepen Farr foi atender a porta, inquieto, afinal, eles estavam no meio do jantar, ao abri-la se deparou com o agente do governo David Lee.
– Boa noite senhor Farr, desculpe o incômodo mas o nosso governante exige vê-lo imediatamente, e eu fui mandado para levá-lo até a prefeitura. Portanto pegue seu casaco e vamos, não tenho ideia de que horário senhor poderá voltar para casa.
– Claro senhor, permita-me me despedir de minha esposa, e da minha filha.
– Claro mais seja breve.
2012
A anos Katie sonhava em sair do esconderijo, ela imaginava como era lá fora, sentia felicidade imensa ao lembrar das vezes que saia para brincar no parque, e sentir a brisa suave em seu rosto. E finalmente chegara o dia de ela sair daquele lugar, que por muitos anos fora seu abrigo. Quando finalmente ela saiu, ela ficou chocada, as coisas ao redor de Katie estavam destruídas, prédios demolidos, fumaça por todos os lados, árvores queimadas, o parquinho que ela tanto brincava, estava destruído, e parecia que todas as lembranças boas que ela tinha naquele lugar tinham ido por água abaixo, junto com as lágrimas que escorriam pelo seu rosto. Tudo que ela imaginava, que ela lembrava, estava queimado, e assim ela ia seguir o seu caminho, sem lembranças, para um lugar que nem ela conhecia, só ela e o bebê que ela achara, cujo nome ela desconhecia.
2004
Depois que Sr. Sthepen saiu de casa, passaram-se os meses e ele não voltava, Katie ficava indignada, papai tinha saído como sempre saia e até agora ele não tinha voltado. A cada batida na porta Katie perguntava:
– Mãe! Era o papai? Ele voltou, ele já pode voltar pra casa? Acabou o serviço dele?
Sra. Mary ficava cada vez mais triste em ter que mentir para sua filha a respeito do seu pai.
– Filha papai teve que viajar por causa do trabalho, logo logo ele voltará.
– Mas esta demorando muito.
– Eu sei filha, mas quando papai voltar nós vamos poder ir ao parque e viver normalmente. Agora Katie vai deitar, está ficando tarde e amanhã pela manhã sua professora particular vai passar aqui em casa. Aproveite a chuva lá fora, para dormir com o barulho tranquilizador da chuva.
Katie foi para o seu quarto, com sua mãe logo atrás.
– Mãe, amanhã nós vamos poder sair de casa?
– Infelizmente querida, eu não posso te garantir isso. Boa noite Katie.
– Boa noite mãe, tomara que o papai volte logo.
– É tomara, meu bem. Se precisar de alguma coisa me chama filha. – disse Mary, engolindo o choro, ela sabia que não podia demonstrar medo perante a filha, afinal ela não saberia como explicar a pequena Katie o que estava acontecendo.
Mary saiu do quarto, depois de se certificar que Katie estava dormindo, desabou em choro, e foi em direção a sala de estar, para não acordar a filha. Chegando na sala, ela se depara com a figura de um homem, sentado no sofá, tranquilo como se a casa fosse do próprio homem. Como a casa estava escura Mary supôs que era um ladrão,ela estava prestes a gritar, mas algo soou muito familiar naquela figura, parecia que Mary já conhecia aquela sombra.
– Olá Mary.
– Mãe! Era o papai? Ele voltou, ele já pode voltar pra casa? Acabou o serviço dele?
Sra. Mary ficava cada vez mais triste em ter que mentir para sua filha a respeito do seu pai.
– Filha papai teve que viajar por causa do trabalho, logo logo ele voltará.
– Mas esta demorando muito.
– Eu sei filha, mas quando papai voltar nós vamos poder ir ao parque e viver normalmente. Agora Katie vai deitar, está ficando tarde e amanhã pela manhã sua professora particular vai passar aqui em casa. Aproveite a chuva lá fora, para dormir com o barulho tranquilizador da chuva.
Katie foi para o seu quarto, com sua mãe logo atrás.
– Mãe, amanhã nós vamos poder sair de casa?
– Infelizmente querida, eu não posso te garantir isso. Boa noite Katie.
– Boa noite mãe, tomara que o papai volte logo.
– É tomara, meu bem. Se precisar de alguma coisa me chama filha. – disse Mary, engolindo o choro, ela sabia que não podia demonstrar medo perante a filha, afinal ela não saberia como explicar a pequena Katie o que estava acontecendo.
Mary saiu do quarto, depois de se certificar que Katie estava dormindo, desabou em choro, e foi em direção a sala de estar, para não acordar a filha. Chegando na sala, ela se depara com a figura de um homem, sentado no sofá, tranquilo como se a casa fosse do próprio homem. Como a casa estava escura Mary supôs que era um ladrão,ela estava prestes a gritar, mas algo soou muito familiar naquela figura, parecia que Mary já conhecia aquela sombra.
– Olá Mary.
2012
Estava chovendo, e a chuva apagava o fogo das coisas ao redor de Katie. Cada vez mais forte, a chuva começou a prejudicar a visão de Katie, causando desconforto e raiva na pobre menina, que agora, estava apenas com uma mochila, um bebê, que ainda não tinha dado nome, uma barriga faminta, e roupas extremamente molhadas.
– Ahh, preciso achar um lugar para ficar logo, essa tempestade parece que vai piorar, e de preferência um lugar que tenha comida, eu estou faminta!
E nesse momento – cena de filme eu sei – Katie se deparou com um supermercado, abandonado.
– Acho que o cara lá em cima ta afim de me ajudar, eu acho. – Katie disse indo em direção ao mercado que parecia ter saído de um filme de um filme de terror.
– Ahh, preciso achar um lugar para ficar logo, essa tempestade parece que vai piorar, e de preferência um lugar que tenha comida, eu estou faminta!
E nesse momento – cena de filme eu sei – Katie se deparou com um supermercado, abandonado.
– Acho que o cara lá em cima ta afim de me ajudar, eu acho. – Katie disse indo em direção ao mercado que parecia ter saído de um filme de um filme de terror.
2004
E a figura se revelou para Mary, era Sthepen, seu marido, ele havia voltado finalmente! Mas ele não era mais o mesmo, ele estava estranho, machucado, com uma expressão triste.
– Sthepen! Você está aqui, o que aconteceu? Porque ficou tanto tempo fora, tu está muito diferente.
– Não tenho tempo minha querida, eles estão vindo, e eu preciso ir, prezo pela segurança de vocês, eles não podem descobrir que eu estive aqui, passei aqui só para dizer que eu te amo e dar um beijo na nossa pequena. – Sthepen disse isso se dirigindo para o quarto de Katie.
Porém ao chegar no quarto ele se depara com Katie sentada na cama.
– Papai! Você voltou, eu não acredito! Senti tanto a sua falta!
Nesse momento Sthepen gelou, ele não estava esperando por aquele encontro, ele queria que Katie estivesse dormindo, para não ter que explicar para sua filha o motivo da sua ausência.
– Filhinha! Papai sentiu muita saudade! Mas o que tu está fazendo acordada a essa hora?
– Eu tive um pesadelo, sonhei que você nunca voltava para casa, sonhei que tu ia embora para sempre! – Sthepen e Mary se entre olharam, nenhum dos dois estavam preparados para responder aquilo.
– Bom filha, o papai está aqui, pode voltar a dormir viu, não precisa se preocupar.
– Mas pai, eu não quero dormir, quero ficar com você! – gritou Katie se jogando no colo de Sthepen.
Mary e Sthepen não resistiram a filha e ficaram no quarto com ela até a pequena adormecer. Porém de madrugada, ouviu-se um barulho estrondoso na porta da casa, como se alguém estivesse tentando derrubar a porta da casa. Em pânico Sthepen falou para sua esposa:
– Rápido! Vá para o quarto de Katie e não saia de lá até eu mandar!
– Mas…
– Vai logo!
– Sthepen! Você está aqui, o que aconteceu? Porque ficou tanto tempo fora, tu está muito diferente.
– Não tenho tempo minha querida, eles estão vindo, e eu preciso ir, prezo pela segurança de vocês, eles não podem descobrir que eu estive aqui, passei aqui só para dizer que eu te amo e dar um beijo na nossa pequena. – Sthepen disse isso se dirigindo para o quarto de Katie.
Porém ao chegar no quarto ele se depara com Katie sentada na cama.
– Papai! Você voltou, eu não acredito! Senti tanto a sua falta!
Nesse momento Sthepen gelou, ele não estava esperando por aquele encontro, ele queria que Katie estivesse dormindo, para não ter que explicar para sua filha o motivo da sua ausência.
– Filhinha! Papai sentiu muita saudade! Mas o que tu está fazendo acordada a essa hora?
– Eu tive um pesadelo, sonhei que você nunca voltava para casa, sonhei que tu ia embora para sempre! – Sthepen e Mary se entre olharam, nenhum dos dois estavam preparados para responder aquilo.
– Bom filha, o papai está aqui, pode voltar a dormir viu, não precisa se preocupar.
– Mas pai, eu não quero dormir, quero ficar com você! – gritou Katie se jogando no colo de Sthepen.
Mary e Sthepen não resistiram a filha e ficaram no quarto com ela até a pequena adormecer. Porém de madrugada, ouviu-se um barulho estrondoso na porta da casa, como se alguém estivesse tentando derrubar a porta da casa. Em pânico Sthepen falou para sua esposa:
– Rápido! Vá para o quarto de Katie e não saia de lá até eu mandar!
– Mas…
– Vai logo!
2012
– Estamos seguros aqui, pelo menos por enquanto, e você pequeno? Qual será o seu nome? É óbvio que tu não vai me responder né, bom eu acho que vou te chamar de Michel, em homenagem ao menininho que conheci lá no esconderijo, ele trazia alegria para todo mundo que estava lá, por mais que fosse um dia difícil ele tentava animar o pessoal. E você… Parece muito com ele, por mais que 8 anos mais novo, você me traz lembranças dele… Infelizmente um dia ele saiu do esconderijo, junto com seu pai e ele não voltou mais, ainda tenho esperança que ele esteja bem, espero que ele tenha encontrado um lugar melhor para ficar. Enfim, a chuva passou, temos que seguir o caminho, uma hora nós vamos encontrar um bom lugar para ficar, eu espero.
Katie caminhou durante quatro dias e chegou a uma cidade que não tinha sido atacada pelos “robôs”, era um vilarejo, bem tranquilo, a maioria do pessoal era mais velho, não tinha muita tecnologia, era um bom lugar para recomeçar, iniciar uma família, apenas Katie e o pequeno Michel, os dois que a alguns anos não tinham momentos de paz, encontraram o local ideal para ficarem sossegados. De repente, enquanto se aproximavam do vilarejo, Katie ouve uma voz familiar, era de alguém novo.
– Essa voz não me é estranha...
– Katie! Katie é você? – disse a voz se aproximando dela.
Quanto mais a figura chegava perto, mais familiar parecia. E então Katie finalmente descobriu quem era.
– Michel! É você! Você está vivo! Eu nem acredito! Pensei que nunca mais te veria, tu me deixou preocupada mocinho. – disse Katie indo em direção ao menino que estava radiante de alegria.
– Katie, você precisa conhecer o pessoal, eles são fantásticos, e me ajudaram muito, talvez eles possam te ajudar também!
Michel apresentou todo o vilarejo para Katie, e um estranho fato que tinha acontecido, Michel não tinha notado a presença do bebê no colo de Katie em momento algum, apenas quando os dois pararam para beber água Michel notou a presença daquele serzinho, tão pequeno que cabia em suas mãos.
– Katie, quem é o bebê?
– Esse é Michel, como você, inclusive, esse é o nome dele em sua homenagem, ele estava perdido, e eu o encontrei, e até agora ele era a minha companhia.
– Mas, e você? Michel, como tem ficado? E seu pai? Não vi ele por aqui.
– Katie… Meu pai… O George, ele… ele… infelizmente não está mais aqui, ele se sacrificou para eu sair do esconderijo. – os olhos de Michel se encheram de lágrimas.
Katie caminhou durante quatro dias e chegou a uma cidade que não tinha sido atacada pelos “robôs”, era um vilarejo, bem tranquilo, a maioria do pessoal era mais velho, não tinha muita tecnologia, era um bom lugar para recomeçar, iniciar uma família, apenas Katie e o pequeno Michel, os dois que a alguns anos não tinham momentos de paz, encontraram o local ideal para ficarem sossegados. De repente, enquanto se aproximavam do vilarejo, Katie ouve uma voz familiar, era de alguém novo.
– Essa voz não me é estranha...
– Katie! Katie é você? – disse a voz se aproximando dela.
Quanto mais a figura chegava perto, mais familiar parecia. E então Katie finalmente descobriu quem era.
– Michel! É você! Você está vivo! Eu nem acredito! Pensei que nunca mais te veria, tu me deixou preocupada mocinho. – disse Katie indo em direção ao menino que estava radiante de alegria.
– Katie, você precisa conhecer o pessoal, eles são fantásticos, e me ajudaram muito, talvez eles possam te ajudar também!
Michel apresentou todo o vilarejo para Katie, e um estranho fato que tinha acontecido, Michel não tinha notado a presença do bebê no colo de Katie em momento algum, apenas quando os dois pararam para beber água Michel notou a presença daquele serzinho, tão pequeno que cabia em suas mãos.
– Katie, quem é o bebê?
– Esse é Michel, como você, inclusive, esse é o nome dele em sua homenagem, ele estava perdido, e eu o encontrei, e até agora ele era a minha companhia.
– Mas, e você? Michel, como tem ficado? E seu pai? Não vi ele por aqui.
– Katie… Meu pai… O George, ele… ele… infelizmente não está mais aqui, ele se sacrificou para eu sair do esconderijo. – os olhos de Michel se encheram de lágrimas.
2004
Katie acordou novamente, só que desta vez, por causa das batidas da porta, as batidas ficaram cada vez mais fortes, até que de repente ela ouve o grito de Sthepen, seu pai.
– Deixem elas fora disso! Eu já estou saindo, mas não toquem um dedo nelas! – de repente as batidas pararam e uma voz grita lá de fora também.
– Apenas se você vier com a gente sem pestanejar, iremos deixar elas em paz, caso o contrário, elas verão. – essa voz não era comum, era uma voz, metálica, grossa, não era humana, de maneira nenhuma, aquela voz era tudo, menos humana.
Naquele momento, Mary entrou no quarto de Katie, desesperada.
– Mamãe o que é isso? Quem está batendo na porta?
– Calma filha, vai ficar tudo bem, papai vai cuidar disso. – ouviu-se um estrondo vindo da sala, seguido de uma fala alta, quase aos gritos
– Tarde demais sr. Farr, estamos todos aqui, nos pouparia tantos esforços se tivesse ficado no seu laboratório, mas você tinha que ser teimoso e vir até aqui, e para que? Para morrer na frente da família. – a porta é derrubada, um som metálico ensurdecedor começa, a única coisa que se ouve em meio a aquele barulho é o grito de Sthepen, um grito horrível, era como uma alma do inferno implorando perdão.
Dentro do quarto de Katie, estavam mãe e filha dentro do armário, quando ouviram esse grito Mary se desesperou e disse para Katie
– Filha, a mamãe vai falar com o papai, e você não sai daqui, não sai daqui.
– Mas mãe…
– Shhhhh, silêncio, eu já volto
Ao abrir a porta do quarto Mary viu tudo, o sangue, o marido jogado num canto como lixo, e aquilo, aquela coisa, perturbadora, com olhos vermelhos que enxergavam sua alma, e que mesmo não sendo culpada de nada, fazia Mary sentir-se culpada. Os olhos se aproximavam dela, e quando se deu conta, lá estava a figura preparada para atacar Mary, o mesmo acontecera com ela, o grito havia voltado, o sangue, e tudo mais.
Após tudo isso a máquina havia pegado os corpos e levado embora, mas o robô não foi para o quarto de Katie, talvez não tivesse coragem de encarar o rosto de uma criança que tinha acabado de ficar órfã. Katie finalmente saiu do quarto, tudo estava como antes, mas diferente, papai e mamãe haviam sumido, e havia um policial na porta, ele ficou surpreso em ver a pequena garotinha.
– Hey pequena! Tudo bem? Temos um lugar para te deixar, você nunca mais vai passar por isso, pessoas vão cuidar de você. – Katie parecia triste e isso incomodava o policial
– Ei garotinha, calma, tudo vai ficar bem ok? Eu estou aqui, e vou te ajudar a superar, vamos passar por isso juntos.
Aquela fala marcou Katie… Para sempre.
– Deixem elas fora disso! Eu já estou saindo, mas não toquem um dedo nelas! – de repente as batidas pararam e uma voz grita lá de fora também.
– Apenas se você vier com a gente sem pestanejar, iremos deixar elas em paz, caso o contrário, elas verão. – essa voz não era comum, era uma voz, metálica, grossa, não era humana, de maneira nenhuma, aquela voz era tudo, menos humana.
Naquele momento, Mary entrou no quarto de Katie, desesperada.
– Mamãe o que é isso? Quem está batendo na porta?
– Calma filha, vai ficar tudo bem, papai vai cuidar disso. – ouviu-se um estrondo vindo da sala, seguido de uma fala alta, quase aos gritos
– Tarde demais sr. Farr, estamos todos aqui, nos pouparia tantos esforços se tivesse ficado no seu laboratório, mas você tinha que ser teimoso e vir até aqui, e para que? Para morrer na frente da família. – a porta é derrubada, um som metálico ensurdecedor começa, a única coisa que se ouve em meio a aquele barulho é o grito de Sthepen, um grito horrível, era como uma alma do inferno implorando perdão.
Dentro do quarto de Katie, estavam mãe e filha dentro do armário, quando ouviram esse grito Mary se desesperou e disse para Katie
– Filha, a mamãe vai falar com o papai, e você não sai daqui, não sai daqui.
– Mas mãe…
– Shhhhh, silêncio, eu já volto
Ao abrir a porta do quarto Mary viu tudo, o sangue, o marido jogado num canto como lixo, e aquilo, aquela coisa, perturbadora, com olhos vermelhos que enxergavam sua alma, e que mesmo não sendo culpada de nada, fazia Mary sentir-se culpada. Os olhos se aproximavam dela, e quando se deu conta, lá estava a figura preparada para atacar Mary, o mesmo acontecera com ela, o grito havia voltado, o sangue, e tudo mais.
Após tudo isso a máquina havia pegado os corpos e levado embora, mas o robô não foi para o quarto de Katie, talvez não tivesse coragem de encarar o rosto de uma criança que tinha acabado de ficar órfã. Katie finalmente saiu do quarto, tudo estava como antes, mas diferente, papai e mamãe haviam sumido, e havia um policial na porta, ele ficou surpreso em ver a pequena garotinha.
– Hey pequena! Tudo bem? Temos um lugar para te deixar, você nunca mais vai passar por isso, pessoas vão cuidar de você. – Katie parecia triste e isso incomodava o policial
– Ei garotinha, calma, tudo vai ficar bem ok? Eu estou aqui, e vou te ajudar a superar, vamos passar por isso juntos.
Aquela fala marcou Katie… Para sempre.
2012
Bom Michel, calma tudo vai ficar bem ok? Eu estou aqui, e vou te ajudar a superar, vamos passar por isso juntos.
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