As detetives analisaram a semelhança entre os socos do Jayson com os socos da autopsia, ambos são totalmente iguais, e isso já era uma prova contra o padrasto de Olívia. Alexia ficou o dia todo melhorando a resolução da imagem do pulso, felizmente ela conseguiu, então Agatha diz:
- Claramente estamos vendo uma mancha no pulso do assassino, semelhante a do padrasto. E no depoimento dele, ele diz ter ido em um mercado 24 horas, mas não havia testemunhas e nem filmagens para comprovar tal ato. Mentir em um depoimento é muito suspeito.
- Devemos ir investigar na casa dele amanhã mesmo, já está muito tarde e devemos descansar.
-Por que deveriamos ir
Dia 27 de outubro, as detetives mais uma vez se encontram na delegacia, elas estavam se aprontando para ir investigar a casa da família Clark quando o telefone toca na mesma hora. Larissa atende o telefone e diz:
- Alô, você ligou para a Delegacia De Porto Alegre, o que gostaria?
Uma voz assustadora começa a falar no outro lado da linha:
- Vá até a Casa De Cultura Mario Quintana.
- Por que deveríamos ir até la?
- Essa voz anônima nos disse para ir até o local do assassinato de Olívia, vamos ir, acho que devemos ver o que realmente está acontecendo.
Todas as detetives vão em direção a Casa De Cultura Do Mario Quintana e encontram Maicon no meio do local, parado e imóvel. Elas acham estranho, então chegam mais perto para ver o que estava acontecendo, Larissa grita:
- Policia, o que está acontecendo aqui?
- Não chegue perto - disse alguém não visível.
No local não havía ninguém, apenas Leonardo, as detetives e de surpresa, Jayson, usando Leonardo de refém. Todos estavam em uma emboscada, Jayson chegou mais perto apontando uma arma para cabeça de Leonardo. Então Agatha responde:
- Não queremos ninguém machucado, só viemos para ajudar. Entregue o Leonardo e tudo ficará bem.
-NÃO CHEGUEM PERTO OU EU MATO ELE!- Grita Jayson com um certo tom de raiva.
Naquele momento as detetives se vêem sem saída, então Mariana se lembra que viu em alguma pesquisa de psicologia que conversar com assaltantes/ assassinos sobre coisas pessoais ajudava o mesmo a relaxar e ser mais fácil a negociação. Então no mesmo momento ela começa a se abrir com Jayson:
- Quando eu era criança eu tinha um cachorrinho pinscher chamado Diguinho.
-OQUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO SUA LOUCA??- Grita Jayson cada vez mais confuso e com raiva.
As meninas entendendo a estratégia de Mariana começaram a fazer o mesmo, Jayson acabou se distraindo com ela e abriu uma brecha para que os polícias conseguissem intervir na ação do mesmo conseguindo prender ele e salvar Leonardo ileso.
Depois de toda essa ação, as quatro garotas resolvem levar Leonardo para delegacia e interrogar o mesmo sobre tudo oque havia acontecido e para, até mesmo, conseguir provas para manter Jayson mais tempo preso. No meio do interrogatório Leonardo abre o jogo e conta que seu padrasto batia muito em Olívia, até mesmo sem motivo simplesmente por prazer de vê-la sofrer, e que no dia em que sua irmã foi assassinada Jayson e ela tinham brigado e que Leonardo havia ouvido ele dizer que mataria Olívia.
Ouvindo tudo aquilo as detetives resolvem ir até a casa deles dar uma investigada novamente, chegando lá, elas se espalharam para cobrir mais rápido o espaço da casa. Alexia foi até o escritório de Jayson e acha uma gaveta com um fundo falso, retirando aquele fundo ela acha vários papeis e, apavorada, chama as suas amigas. Quando todas chegam no escritório, Alexia diz:
- Esses papéis são a chave para tudo. Aqui diz que Jayson é um fugitivo, que mata jovens através do mundo e que mudou de cidadania há 16 anos. Sabemos que última vítima foi a pobre Olívia, precisamos deixar esse assassino atrás das grades pro resto da vida.
- Ele já foi preso alguma vez? - Perguntou Agatha.
- Sim, foi preso por assassinato. Ficou preso por alguns anos e depois saiu, provável que tenha feito mais crimes, porém está fugindo até hoje. - Respondeu Alexia.
- Precisamos mostrar no tribunal. Vamos prender esse assassino.
As detetives passaram dias achando mais provas. Quando chegou a semana do tribunal, as detetives mostraram todos os fatos e os jurados aceitaram, acusando Jayson por diversos assassinatos, abusos, e ganhou 42 anos de prisão. Fora do tribunal, as detetives conversam com Jeniffer, mãe de Olívia. Mariana diz:
- Vocês estão seguros, podem ficar calmos. Tudo vai ficar bem.
- Não acredito que vivi 16 anos uma grande mentira, e com um assassino. Mas muito obrigado por nos ajudar, agradeço muito.
Depois disso, as detetives mais uma vez voltam para a delegacia investigar mais assassinatos e ajudar inocentes.
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