terça-feira, 22 de outubro de 2019

Beacon Hilss

Em uma cidade no sul dos Estados Unidos chamada Beacon Hilss. Há uma universidade muito qualificada, as pessoas que estudam nela, só tem um objetivo: Terem sucesso em tudo que fazem. Infelizmente aconteceu um terrível crime dentro da universidade, um aluno chamado John foi assassinado. Esse aluno era filho da diretora da faculdade de Beacon Hilss, Sua família não esperava tamanha crueldade com uma pessoa tão querida. Seus três melhores amigos, Pedro, Isa e Giovana guardavam muitos segredos complexos, não sabiam nem como reagir quando souberam da notícia, pensaram que era apenas mais uma brincadeira dos veteranos do prédio. 
              No dia do enterro de John, seus três melhores amigos receberam uma mensagem de texto, sendo ameaçados por alguém que alegava saber todos os seus segredos e que não se arrependia de ter matado John.
             Com sua família, John parecia ser uma ótima pessoa, com o pessoal da universidade era totalmente diferente, sempre ofendia todos e era muito arrogante, até com seus três melhores amigos.
Ao longo dos dias, seus melhores amigos começaram a receber cartas e ameaças de uma pessoa desconhecida, única coisa que eles sabiam era que essa pessoa, sempre deixava um bilhete assinado como "-A". seus amigos nunca foram tão unidos, mas isso uniu eles de uma forma inexplicável, como se eles pudessem se proteger dessas ameaças, mas eles acabaram se aproximando cada vez mais um do outro e compartilhando segredos entre eles.
              Essa pessoa que se chamava -A, começou a chantagear eles com seus segredos, caso eles não fizessem tal coisa, um segredo de cada um ia vir a tona. Eles começaram a criar teorias de que John não teria morrido, mas não teria como. Então eles começaram a pensar que John poderia saber que iria morrer e guardou esses segredos dos seus ''amigos'' em algum lugar e alguém acabou descobrindo todos eles e começou á ameaça-los. Então eles se lembraram da mensagem que receberam no enterro de John, que dizia:

                  
        - Eu não me arrependo de ter matado o Jonh.
                                                                         -A
    Eles então sabiam que esse -A era muito perigoso, mas eles tinham de alguma forma descobrir quem era. Então começaram a espionar os amigos de John, mas nenhum deles parecia ser esse tal de -A.
    Em uma tarde, os amigos de Jonh receberam outro bilhete, novamente ameaçando todos eles, mas eles decidiram que não podiam continuar sendo ameaçados, então tomaram uma atitude, novamente começaram a desconfiar de um grande amigo de John. Wilian , era seu melhor amigo desde a infância, eles cresceram  juntos, mas com a adolescência, foram fazendo novas amizades e cada um seguiu seu caminho. Wilian, era uma pessoa manipuladora e ciumenta, sempre teve muito ciúmes da família de Jonh, seus três melhores amigos concluíram que ele poderia ser o assassino de Jonh, mas para isso, eles teriam que achar provas que ele tivesse feito esse terrível crime com o seu melhor amigo da infância.
     Isa tinha algumas aulas de faculdade com ele, começou a espionar Willan. Ela queria de alguma forma achar uma prova que ele teria matado Jonh. Isa ficou dias espionando ele, mas nada fora do normal que pudesse criminar ele, então ela foi perguntar para ele se foi ele que cometeu esse terrível crime com o seu melhor amigo, quando Isa lhe perguntou ele, olhou nos olhos dela e disse: 
—Eu não teria coragem de fazer isso com o meu melhor amigo e  por que você está me perguntando isso?
Isa o respondeu no mesmo tom que ele usou e disse:
— Tenho minhas dúvidas! Mas enfim, só te perguntei por curiosidade mesmo.
Isa, saiu andando logo daquele ambiente que os dois estavam e foi contar para os seus dois amigos.
Quando Isa, contou o que Wilian disse, eles ficaram com muitas dúvidas, mas eles não podiam desistir dessa teoria. Pedro teve uma ideia de ir na casa dele e procurar por algo em seu quarto, por mais que fosse errado, os três não tinham mais o que fazer a não ser isso.  Depois da aula de segunda-feira, os três foram para a casa de Wilian, chegando lá, a mãe deles recebeu todos eles e disse que o filho ainda não havia chegado da faculdade, Isa disse que não teria problema, que só precisaria buscar seu caderno que ele havia esquecido de entregar para ela, a mãe de Wilian falou onde ficava o quarto e Isa foi, chegando lá, ela começou a procurar por coisas que nem ela sabia, Isa procurou por todos os lugares possíveis, mas não encontrou nada. Saindo de lá com um caderno que ela mesma trouxe na bolsa, quando chegou na sala disse que teria achado e que eles já iam indo embora, todos se despediram  da mãe de Wiliam. Saindo de lá, Isa contou para seus amigos que não tinha encontrado nada no quarto, todos então souberam que a partir daí as coisa iam ficar difícil, eles não tinham mais o que fazer e acharam melhor desistir dessa ideia de encontrar o assassino(a) de John.
       Um mês havia se passado. Desde então as mensagens não paravam de chegar, até que, em uma tarde de aula normal, Isa foi pegar o seu material no seu carro e viu o Wilian gritando com uma pessoa no celular e mencionou o nome de John ,ele entrou no carro cantando pneu. Isa foi atrás, seguindo ele no caminho, o lugar que ele estava indo era um terreno com uma casa velha, ela estacionou o carro duas ruas antes e foi caminhando onde ele tinha parado, se escondeu atrás de algumas árvores e esperou ele ir embora. Um pouco menos de uma hora, ele acabou indo embora, então ela entrou no terreno, foi até a porta da casa velha e viu que a porta estava trancada, pegou um pedra e atirou na janela, conseguiu entrar. Imediatamente foi vasculhando a casa, até achar um quarto com um roupeiro, quando ela o abriu, ficou em choque! tinha luvas, máscaras e roupas. Mas o que mais chamou a sua atenção foi uma caixa embaixo das roupas, quando abriu, viu uma luva cheia de sangue, se assustou e deixou a cair no chão. imediatamente pegou seu telefone e ligou para a policia. A policia não demorou muito para chegar, ela a contou tudo para eles, até as mensagens! 
        Os amigos e a faculdade já estava sabendo disso, pois a policia o prendeu na sala de aula. Mas tinha que esperar ainda o exame de DNA para ver se era o mesmo sangue de Jonh que estava nas luvas. Após duas semanas, chegou o resultado, era mesmo o sangue dele. Wilian, pegou muitos anos de prisão, sua mãe estava arrasada, pois não pensava que o filho podia fazer tamanha crueldade, ainda mais com a pessoa que considerava seu melhor amigo. Com isso a amizade de Isa, Pedro e Giovana se fortaleceu mais, agora eles poderiam focar nas suas carreiras sem se preocupar com as ameças.
        Anos se passaram, eles ainda eram amigos. Pedro estava trabalhando em uma das melhores empresas de tecnologia do mundo. Isa, estava trabalhando com a Vogue. Giovana, estava trabalhando como chefe de cozinheira no Hotel Copacabana Palace no Brasil. A distância não mudou nada na amizade dos três, sempre que podiam davam um jeitinho para se verem e quando não dava um FaceTime sempre ajudava matar a saudade.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

O sonho de Edison

Em uma cidade da Bahia, havia um menino chamado Edison Arantes, que tinha um sonho de ser jogador, mas sua família não tinha condições de realizar esse sonho.
Então em uma conversa com sua mãe, resolveu que iria atrás do seu sonho, então o menino foi ao campo de futebol mais perto de sua casa, e perguntou para o treinador se poderia fazer um teste no clube. o treinador disse que iria dar uma chance para o menino.
Então no dia seguinte Edison começou a se preparar para o teste, Edison estava se esforçando ao máximo para passar no teste, no dia do seu teste Edison estava se sentindo bem e confiante.
Edison entrou no vestiário se arrumou, quando começou seu teste, Edison começou a sentir dores no posterior da coxa esquerda, e em uma disputa de bola com o adversário, ele estendeu o músculo do posterior da coxa esquerda, Edison teve que sair de seu teste e ir ao hospital fazer exames.
No dia seguinte Edison pegou seus exames, e neles mostrou que ele realmente estendeu o músculo do posterior da coxa.
Edison ficou alguns meses sem fazer nada, ficou só em repouso, depois de alguns meses Edison voltou a correr aos poucos, quando começou a sentir habito a jogar ele começou a treinar com sua bola no pátio de sua casa, depois de uma semana treinando em casa com sua bola, Edison resolveu ir até o campo e perguntar pro treinador se ele poderia fazer outro teste, mas o treinador disse que não daria outra chance para o menino, Edison voltou para sua casa muito chateado, mas ainda sabendo que era possível realizar seu sonho.
No outro dia Edison disse para sua mãe que iria até Itabuna interior da Bahia, tentar um teste em algum time, chegando em Itabuna, Edison foi em dois campos, e os dois campos recusaram ele de fazer um teste, então ele foi no terceiro campo, chegando ao campo pediu para falar com o treinador, perguntou se poderia fazer um teste no clube, o treinador pensou e disse que daria uma chance para o menino, o treinador disse para o menino chegar cedo ao teste, então chegou o tão esperado teste de Edison.
Edison chegou cedo no teste, se fardou e entrou em campo, começou a peneira e o sonho de Edison estava por começar.
Ao fim da peneira o treinador chamou algum jogadores, e Edison estava entre esse jogadores, então o técnico falou que todos que estavam ali tinham passado e tinham que se apresentar no outro dia no mesmo campo, para começar os treinamentos. Ao voltar pra casa, Edison começou a chorar de felicidade, chegando em casa Edison chegou gritando...
- mãe mãe mãe, eu passei no teste, passei no teste mãe!
Sua mãe muito feliz Deus os parabéns para o menino e o incentivou o menino a nunca desistir.
Edison começou a brilhar nesse novo time, as 18 anos foi chamado para joga o aspirantes do santos, o menino era tão bom que o clube disse que iria pagar todo as despesas para o menino viajar e assinar seu primeiro contrato, o menino muito feliz viajou para santos, e assinou seu primeiro contrato, ganhando um salário mínimo já conseguiu realizar o sonho de ajudar sua família.
Um dia Edison chegou a final do campeonato Brasíleiro pelo Santos, sendo campeão e artilheiro do campeonato, o menino foi chamado para o profissional ganhando um salário melhor, e ajudando cada vez mas sua família, o menino estava vivendo realmente todo o seu sonho. 
Edison brilhou muito nos campos, e ajudou sua família como sempre sonhou. 

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Amizade Colorida

          Havia uma menina chamada Helena, ela era apaixonada por um menino de seu bairro que se chamava Arthur, ele amava sair com seus amigos no fim de semana, fazia promessas de amor para Helena mas nunca cumpria com suas palavras, dizia que gostava muito de Helena, porém, ficava com outras meninas nas festas que ele ia. 
          Arthur tinha um amigo chamado Maurício, certo dia, Helena estava andando em seu bairro e encontrou com esse amigo de Arthur, logo quando chegou em casa chamou ele, eles fizeram amizade e foram criando um grande e forte laço de afeto, até que viraram melhores amigos. 
          Ela tinha uma amiga chamada Vitória, que era muito próxima dela, frequentava sua casa, e era praticamente da família, sempre apoiou para que os dois ficassem juntos mesmo sabendo que eles eram melhores amigos e que ela gostava de Gustavo.
          Então, após Helena sofrer muito por esse menino enfim ela superou. Helena se apaixonou pelo amigo de Arthur, chamado Gustavo, ele sempre gostou da Helena. 
          Certa noite, Helena e Gustavo, foram em uma festa junto de seus amigos, e lá, aconteceu o primeiro beijo de Helena. 
          Um dia antes da virada do ano, Maurício mandou mensagem para Helena, dizendo que a amava e que estava apaixonado por ela, Helena não deu bola pois considerava ele apenas melhor amigo e também porque gostava de Gustavo.
          Então em um certo dia, Helena e Vitória mataram aula na casa de Arthur, passaram a tarde lá, e mais além se juntaram com o pessoal e foram para a praça, na volta, Helena viu uma foto de Gustavo com a menina que ele estava ficando, quando ela viu a foto ficou muito triste e foi pra ttcasa de seu amigo Kauã, chegando lá, chorou em seu colo. Após isso, foram para a casa de Helena. 
          Maurício foi pra casa dela também, e lá eles resolveram se deitar na cama da irmã de Helena. Nunca passou pela cabeça de Helena ficar com Maurício pois eles eram apenas melhores amigos, mas como nem tudo que acontece a gente espera, Helena e Maurício ficaram, a partir disso, tudo mudou, eles não eram mais só melhores amigos e sim, “ficantes”.
          Uma semana após o ocorrido, Helena resolveu contar para sua mãe, ela não gostou da notícia e disse que não queria que eles ficassem pois era melhores amigos e ia estragar a amizade que eles tinham. Helena ficou muito triste pois achou que sua mãe iria apoiar eles. 
          Eles continuaram ficando sem a mãe dela saber, nesse meio tempo onde eles ficavam, Maurício frequentava a casa de Helena sem a mãe dela saber, então em uma noite, o padrasto de Helena chegou em casa e o Maurício estava lá, ela disfarçou e ele subiu pro seu quarto, Maurício foi embora para que seu padrasto não descobrisse, mas ele estava na sacada e viu Maurício indo embora. 
          Rafael, padrasto de Helena, chamou ela pra conversar e disse que viu Maurício indo embora e que não queria que eles ficassem sem o consentimento da mãe dela. Helena e Maurício passaram um tempo sem ficar pois sua mãe descobriu tudo que havia entre eles. 
          

sábado, 12 de outubro de 2019

O Assassinato De Olivia Clark {Capitulo final}

4º Capitulo - Conclusão

As detetives analisaram a semelhança entre os socos do Jayson com os socos da autopsia, ambos são totalmente iguais, e isso já era uma prova contra o padrasto de Olívia. Alexia ficou o dia todo melhorando a resolução da imagem do pulso, felizmente ela conseguiu, então Agatha diz:

- Claramente estamos vendo uma mancha no pulso do assassino, semelhante a do padrasto. E no depoimento dele, ele diz ter ido em um mercado 24 horas, mas não havia testemunhas e nem filmagens para comprovar tal ato. Mentir em um depoimento é muito suspeito.

- Devemos ir investigar na casa dele amanhã mesmo, já está muito tarde e devemos descansar.
-Por que deveriamos ir

 Dia 27 de outubro, as detetives mais uma vez se encontram na delegacia, elas estavam se aprontando para ir investigar a casa da família Clark quando o telefone toca na mesma hora. Larissa atende o telefone e diz:

- Alô, você ligou para a Delegacia De Porto Alegre, o que gostaria?

Uma voz assustadora começa a falar no outro lado da linha:

- Vá até a Casa De Cultura Mario Quintana.

- Por que deveríamos ir até la? 

   O telefone deliga após esta pergunta e Alexia diz:

 - Essa voz anônima nos disse para ir até o local do assassinato de Olívia, vamos ir, acho que devemos ver o que realmente está acontecendo.

   Todas as detetives vão em direção a Casa De Cultura Do Mario Quintana e encontram Maicon no meio do local, parado e imóvel. Elas acham estranho, então chegam mais perto para ver o que estava acontecendo, Larissa grita:

- Policia, o que está acontecendo aqui?

- Não chegue perto - disse alguém não visível.

No local não havía ninguém, apenas Leonardo, as detetives e de surpresa, Jayson, usando Leonardo de refém. Todos estavam em uma emboscada, Jayson chegou mais perto apontando uma arma para cabeça de Leonardo. Então Agatha responde:

- Não queremos ninguém machucado, só viemos para ajudar. Entregue o Leonardo e tudo ficará bem.

-NÃO CHEGUEM PERTO OU EU MATO ELE!- Grita Jayson com um certo tom de raiva.

   Naquele momento as detetives se vêem sem saída, então Mariana se lembra que viu em alguma pesquisa de psicologia que conversar com assaltantes/ assassinos sobre coisas pessoais ajudava o mesmo a relaxar e ser mais fácil a negociação. Então no mesmo momento ela começa a se abrir com Jayson:

- Quando eu era criança eu tinha um cachorrinho pinscher chamado Diguinho.

-OQUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO SUA LOUCA??- Grita Jayson cada vez mais confuso e com raiva.

   As meninas entendendo a estratégia de Mariana começaram a fazer o mesmo, Jayson acabou se distraindo com ela e abriu uma brecha para que os polícias conseguissem intervir na ação do mesmo conseguindo prender ele e salvar Leonardo ileso.

   Depois de toda essa ação, as quatro garotas resolvem levar Leonardo para delegacia e interrogar o mesmo sobre tudo oque havia acontecido e para, até mesmo, conseguir provas para manter Jayson mais tempo preso. No meio do interrogatório Leonardo abre o jogo e conta que seu padrasto batia muito em Olívia, até mesmo sem motivo simplesmente por prazer de vê-la sofrer, e que no dia em que sua irmã foi assassinada Jayson e ela tinham brigado e que Leonardo havia ouvido ele dizer que mataria Olívia.

 Ouvindo tudo aquilo as detetives resolvem ir até a casa deles dar uma investigada novamente, chegando lá, elas se espalharam para cobrir mais rápido o espaço da casa. Alexia foi até o escritório de Jayson e acha uma gaveta com um fundo falso, retirando aquele fundo ela acha vários papeis e, apavorada, chama as suas amigas. Quando todas chegam no escritório, Alexia diz:

- Esses papéis são a chave para tudo. Aqui diz que Jayson é um fugitivo, que mata jovens através do mundo e que mudou de cidadania há 16 anos. Sabemos que última vítima foi a pobre Olívia, precisamos deixar esse assassino atrás das grades pro resto da vida.

- Ele já foi preso alguma vez? - Perguntou Agatha.

- Sim, foi preso por assassinato. Ficou preso por alguns anos e depois saiu, provável que tenha feito mais crimes, porém está fugindo até hoje. - Respondeu Alexia.

- Precisamos mostrar no tribunal. Vamos prender esse assassino.

 As detetives passaram dias achando mais provas. Quando chegou a semana do tribunal, as detetives mostraram todos os fatos e os jurados aceitaram, acusando Jayson por diversos assassinatos, abusos, e ganhou 42 anos de prisão. Fora do tribunal, as detetives conversam com Jeniffer, mãe de Olívia. Mariana diz:

- Vocês estão seguros, podem ficar calmos. Tudo vai ficar bem.

- Não acredito que vivi 16 anos uma grande mentira, e com um assassino. Mas muito obrigado por nos ajudar, agradeço muito.

  Depois disso, as detetives mais uma vez voltam para a delegacia investigar mais assassinatos e ajudar inocentes.













O Assassinato De Olívia Clark { Capitulo 3 }

3º Capitulo - As Pistas.

 Larrisa e Alexia chegam na delegacia,  então começam a ver as filmagens e analisar os fatos. No momento da análise, Agatha lembra que elas não tiraram fotos no local do crime, então dá a idéia de ir conversar sobre o corpo de Olívia com o legista. Chegando no laboratório, a Agatha fala:

- Doutor, somos as detetives encarregadas do caso Olívia Clark, queremos dar uma olhada no que foi relatado na autópsia da vítima.

- Claro, só um estante, irei pegar a papelada!

Após a volta do doutor, as detetives começam a ler a autópsia, e vêem que além de facadas, existiam marcas de agressões no corpo da vítima. Então Alexia pergunta para o doutor:

- Como um médico legista, tu achou algo estranho no corpo?

- Achei algumas coisas que não seriam relevantes, pois, já que não eram relacionadas ao assassinato, pensei melhor em não colocar.

Mariana interrompe e acaba perguntando no mesmo momento:

- Quais seriam essas coisas irrelevantes?

- Vi que no corpo havia marcas antigas de brigas passadas, mas também machucados atuais, bem perto das facadas que o assassino praticou. - Falou o legista.

Alexia ouvindo tudo isso, pergunta:

- Será que essas facadas teriam sido feitas propositalmente em lugares tão próximos, no intuito de esconder os machucados, para que não corresse o risco de ser incriminado?

Depois dessa pergunta, todos começaram a se perguntar se realmente esses dois fatos estão ligados. O doutor avisa que não tinha mais tempo para conversar, pois, tinha que dar atenção para outros corpos, então Agatha interrompe a saída do doutor e diz:

- Será que podemos ficar com essas papeladas da autopsia?

- Infelizmente não posso deixar essas informações com vocês, essas papeladas não podem sair deste lugar. Mas já que quero ajudar muito, vou deixar vocês tirarem algumas fotos para avançar nessa investigação, esse segredo fica entre nós. - Diz o doutor, dando uma atenção maior para as detetives.

   Após Agatha tirar as fotos, todas as detetives vão até a delegacia aprofundar mais todos os fatos, já que as imagens dos papéis irão ajudar muito na investigação. Todas as detetives sentam em uma mesa e começam a prestar mais atenção nos detalhes do assassinato, Larissa comenta sobre os locais dos ferimentos de Olívia e diz:

- Podemos fazer alguns exames com os suspeitos, ver como eles dão socos e machucam pessoas. E outra, Alexia, tu não pode tentar melhorar a resolução da imagem da câmera de segurança?

  Todas concordam coma ideia do exame de socos, e Alexia responde:

- Posso tentar arrumar a resolução da imagem, mas vai demora um pouco. Acho que consigo sim.

  As detetives começam a analisar o passado de Jayson e Maicon, ambos completaram o ensino fundamental, ambos são homens e ambos conviveram com Olívia. O problema era encontrar fatos e provas contra qualquer um, os dois diziam estar ocupados no momento do assassinato, mas algo estava passando despercebido na frente das meninas. Mariana começa a falar as provas contra Maicon:

- Não temos muitas provas contra o namorado de Olívia. Apenas que eles brigavam muito por ciúmes e que ele era muito ''esquentado''. Acho que temos poucas informações sobre este garoto. Detetive Larissa, pesquise agora sobre esse menino.

  Larissa pesquisa nos dados da delegacia e descobre que Maicon já foi acusado de agressão contra um colega de escola, mas não foi preso por ser menor de idade. Também dizia que o conselho tutelar já visitou a casa da família Boyce, porém, o caso teria sido encerrado, faltando provas e contestações.  A detetive comenta sobre as informações do caso de agressão:

- Aqui nas informações tem fotos da agressão, por incrível e sortudo que pareça, os socos foram feitos nos mesmos lugares que os de Olívia, mas mais focado nos peitos.

- Podemos aproveitar para comparar com as fotos da autopsia. - Diz Agatha.

  Elas pegam as fotos e colocam no centro da mesa, fazendo com que todas as detetives levantassem para verem juntas a imagem. As marcas do corpo eram na mesma proporção que a de Olívia, mas não nos mesmos lugares, com isso, a hipótese de as facadas e as marcas serem ligadas diminuía. Então Mariana começa a falar:

- Ok, mas não podemos excluir o fato de ter mais um suspeito, o Jayson.

- Chame ele agora, isso é questão de urgência. - diz Alexia.

   Após algumas horas, Jayson aparece na delegacia. As detetives tinham preparado uma sala com um saco de pancadas no meio, para que Jayson socasse o saco. Alexia começou a molhar as mãos do homem com tinta para que marcasse as batitas dele, então Jayson pergunta:

- Posso saber o motivo disso tudo? Tenho que voltar logo para casa.

- O motivo é confidencial, mas gostaria de saber porque tanta pressa. - Disse Alexia, com um tom de duvida.

- Ando organizando algumas coisas para uma viagem de férias. - Diz Jayson em um estado de um pouco de calma.

  Após Jayson falar isso, Alexia olha para Agatha com um olhar de duvida, Agatha retribui com uma revirada de olho. Depois de arrumar todos os equipamentos, Jayson é trancado na sala e as detetives pedem para que ele comece a se imaginar em uma cena em que ele comece a agredir alguém, usando socos em sequencia. Enquanto ele começava a dar os socos, Agatha observa a autopsia de Olivia, e no mesmo momento, observava os socos contínuos de Jayson. Naquele momento, a sequencia de socos que o homem dava no saco, se encaixava exatamente igual da autópsia, a detetive se espanta e começa a falar:

- Os socos estão exatamente nos mesmos lugares que da autopsia, o que vocês acham sobre isso?

- Não devemos tirar conclusões precipitadas, mas enquanto vocês olhavam Jayson, liguei para a mãe de Maicon, ela nos disse que ele estava o tempo todo dormindo no quarto, e que se ele saísse de casa, os alarmes iram tocar e o cachorro deles latir. Precisamos focar no padrasto, ele é o único que está se enrolando nessa investigação. - Diz Mariana.

  Larissa e Alexia concordaram com o que Mariana disse, então todas ficam mais atentas, pois, naquele momento, o assassino estaria atrás da porta daquela sala.

{Leia o quarto e ultimo capitulo no blog da Laura.}












































O assassinato de Olivia Clark {Capitulo 1}


1º Capitulo - As Testemunhas
 
    Quatro detetives, a mais velha se chama Larissa, 30 anos, loira e muito braba, a segunda detetive se chama Mariana, 29 anos, muito observadora e sempre sincera, a terceira se chama Alexia, 27 anos e muito inteligente, ótima com computadores e faz as mais rápidas anotações já vistas, e por fim, a Agatha, 28 anos, uma mulher que esconde seus maiores segredos e com um olhar inquietante.
   Somos amigas desde o tempo do colegial, ser detetives era nosso maior sonho, portanto, nos formamos juntas e hoje adquirimos esse sonho no melhor departamento da região. Tudo ocorria perfeitamente bem, até que caiu um caso terrível em nossas mãos...
    Tivemos a notícia de que uma jovem de 16 anos havia sido assassinada, porém, não existiam pistas conclusivas do caso. Para ajudar, algumas pessoas iam dar depoimentos.

Tudo que se apresenta na ficha do assassinato são:
Local: Casa de Cultura Mario Quintana, Porto alegre RS.
Data: 24 de outubro de 2015.
Vitima: Olivia Clark.
Idade da vitima: 16
Testemunhas: Mãe da Olivia (Jeniffer Clark, 47 anos), seu Padrasto (Jayson Pattson, 41 anos), seu Irmão (Leonardo Clark, 13 anos), o Namorado (Maicon Boyce, 17 anos), o Segurança (Gullever star, 32 anos) e a Melhor amiga (Diulia, 16 anos).

  Fomos até a cena do crime para procurar pistas, e no meio disso tudo encontramos a Olivia com marcas de faca pelo corpo. Analisamos a casa e não encontramos mais nada. Começamos a interrogar as testemunhas. Primeiro foi a mãe da vítima, Jeniffer, que estava completamente abalada disse:
   
 - A culpa foi de Maicon, aquele desgraçado, tinha muito ciúmes da minha querida Olivia.
     
  Foi ai que no mesmo tempo a detetive Marina disse:

- Como assim? Quem é Maicon? - Completou a detetive, enquanto olhava para Jeniffer com uma espécie de olhar vidrante.

- Maicon, o ex namorado de Olivia. Eles terminaram recentemente e acho que talvez ele tenha feito isso, até porque ele parecia estar com raiva - Disse a mãe.

- Detetive Larissa, chame esse tal namorado - disse Marina com um ar de grande dúvida.

     Larissa ligou para ele avisando que ele deveria comparecer a casa da Olivia. Maicon veio rapidamente até o local, sem intender, ele pergunta:

- O que aconteceu?

- Olivia foi assassinada está terça-feira. - Disse Jayson com uma cara de tristeza.

    Maicon é interrogado pela detetive Alexia, ele falava o motivo do término e com muita firmeza diz nunca teria coragem de matar alguém, ainda mais Olivia, a menina que ele tanto repetia amar. Jeniffer acha que é mentira, pois, não confia nesse namorado, ela comentou que ele já fez Olivia sofrer muito e que sempre brigavam.
    A próxima testemunha é Jayson, o padrasto de Olivia. Ele entra na sala chorando, se senta em um sofá que tinha ali, e começa a falar:

- Olivia era uma menina doce, carinhosa e que não fazia mal nem para uma formiga. Não imagino um motivo para alguém fazer isto com ela. Sempre fui muito atencioso. E mesmo sendo apenas o padrasto, ela era como uma filha de sangue para mim, eu a amava muito. Agora o que eu mais quero é que descubram quem fez isso e botem esse assassino atrás das grades.

    Até ai tudo bem, detetive Alexia estava anotando tudo muito severamente. Então Larissa leu em voz alta uma frase que lhe chamou a atenção no depoimento de Jayson:

- " Botem ele atrás das grades."- olhando para Jayson, ela continua a sua fala.- Ele? Em nenhum momento falamos o sexo do assassino ou assassina. Anote isso Alexia.

   Jayson se levantou após as perguntas terminarem, e voltou para sala em que todos estavam abalados. O próximo a ser interrogado foi o segurança do local do assassinato, o senhor Gullever. Chamamos, ele parecia inquieto, quando fizemos a a mesma pergunta feita para todos, ele disse:

- No momento em que ouvi ela gritar, sai correndo para ver o que tinha acontecido. Ela estava caída no chão, com marcar de facas sobre todo o seu corpo, eu olhei para trás e vi alguém correndo de preto, pensei em correr para ver quem era, mas eu não podia deixar a pobre menina sozinha. Liguei para a emergência. Quando a SAMU chegou, ela já estava gelada e morta, eu tentei rever todas as câmeras de segurança do local em que ficamos, mas  a filmagem das 2:34 estava com alguns borrões, então a filmagem voltou ao normal as 2:45. Não sou tão bom com a tecnologia, mas tenho certeza de que alguém mexeu nas câmeras.

   Alexia pediu para ver as câmeras de seguranças enquanto Marina ouvia o testemunho de Dulia, a melhor amiga de Olivia. Aos choros ela disse:

 - Não acredito que ela se foi, eu e ela tínhamos nossas brigas, mas éramos inseparáveis. Ela sempre me defendia das outras meninas, Olivia adorava arranjar uma briga com aquelas garotas insuportáveis da escola, se vocês procuram suspeitos, falem com uma tal de Érica. Elas se odeiam desde o jardim de infância, e a última briga entre as duas rolou até soco.

- Rolou algum tipo de ameaça no final dessa briga? Mais alguém que Olivia discutia, ou até mesmo incomodava? - Perguntou Marina que estava anotando tudo perfeitamente.

- Érica disse que não sairia barato, quase todo mundo da escola sabem sobre essa briga. E essas pessoas que Olivia incomodava, existiam várias, mas tinha um que ela não o deixava em paz , Jon sofria muito nas mãos dela. Ele já ameaçou ela diversas vezes, mas nunca dávamos muita atenção para isso. Sei que quase ninguém ia com a cara dela, mas eu a adorava muito. Se vocês precisarem saber de alguma coisa sobre ela, fiquem a vontade para perguntar. Ela me dizia tudo.

   Nesse momento, Agatha deu uma risada de deboche e falou algo muito baixo, ninguém conseguiu ouvi-lá. Mas todos ignoraram ela, pois, o foco era o assassinato.

- Tudo mesmo? Ela te contava tudo?- Perguntou a detetive Larissa, que estava todo o momento observando as testemunhas.

- Tudo não, ela vivia com marcas de roxos e a vermelhidão nos braços e nas pernas, mas sempre que eu perguntava, ela mudava de assunto - Disse Dulia em um tom de tristeza muito visível.

- Mas poderia muito bem ser das brigas em que ela se metia. Como tens certeza de que os roxos não são sobre as brigas?- Refutou Larissa com peguntas a resposta da Dulia.

- Conhecia cada roxo em que ela tinha das brigas, eu tirava ela dessas ''roubadas'' e ajudava ela a colocar gelo. - disse Dulia

Alexia chegou naquele momento com um pendrive, ela diz que ali estava toda a gravação do dia do assassinato, ela pegou o arquivo e guardou em sua mochila, voltando a atenção para as testemunhas.

   Depois disso as detetives chamaram o Leonardo, mas ele disse que não queria testemunhar, estava muito triste e não conseguia falar sobre sua irmã. Deixamos ele, pois, o tempo é tudo o que ele precisa. Pegamos nossos pertences e fomos para a delegacia. Chegando lá, Mariana comentou:

- Não temos muito, mas já acho que é o suficiente para diminuir as dúvidas. Devemos ficar mais de olho no padrasto da Olivia, ele me parece um ótimo suspeito nesse caso. Alexia reforçou o fato de ter que vasculhar o arquivo do pendrive e ver se a gravação não tinha sido convertida totalmente.
 
    Todos que estavam ali concordaram plenamente sobre, menos Agatha, que após sair da casa de Olivia, disse que ia passar em algum lugar e nós a veríamos apenas outro dia. As detetives ignoraram a falta dela e continuaram a investigação.

{Leia o segundo capitulo no blog da Kétlyn.}














sexta-feira, 11 de outubro de 2019

A Noiva...

- Eaeeeee pessoal, hoje eu tô aqui para contar mais um grande caso que eu resolvi como detetive da polícia dos EUA.
                  - Aquele dia tinha começado normal com um café do starbucks mas tudo estava prestes a mudar com uma simples ligação. "Trim trim", tocava o celular.
Delegado- Detetive Almeida...
Detetive Almeida- Fala tu delegado.
Delegado- Precisamos de você agora.
Detetive Almeida- Me espera lá na delegacia, que em dez minutinhos eu estou lá.
         - E foi assim que estragou aquele meu dia lindo, não pela ligação mas sim pelo o que viria depois, mas enfim vocês devem estar curiosos para saber o que tinha acontecido, então vamos continuar com a história.
        - Os EUA estavam muito desesperados, por causa de uma noiva em uma sacada tentando matar o seu marido e falando:
Noiva- Ei amor está quase na hora de ir para igreja.
Noiva- O sino tocou vamos para o cemitério... Ops quero dizer para igreja. Dando gargalhadas.
              - depois de botar medo na cidade toda ela fala...
Noiva- Amor depois eu venho te buscar.
              - Neste momento ela pega uma espingarda e coloca na boca, se matando na frente de todos, e começando a maior investigação da minha vida.
               - Bom comecei indo na cena do crime, lá não tinha nada de mais, mas isso todos nós já tínhamos percebido, então decidi ir para o necrotério para ver da onde a bala tinha vindo mas também não tinha nada de mais, só o fato de conseguimos ver que a falecida noiva tinha uma lista no braço esquerdo com cinco suspeitos incluindo o marido. Mas não fazia sentido aqueles nomes, então fui para rua para a investigação.
                - Eu fui atrás dos quatro suspeitos mas ainda não fazia sentido, eles não tinham ligação entre eles. Um deles trabalhava no banco, fui atrás dele para perguntar se ele tinha alguma ligação com a noiva.
Detetive Almeida- Oi gostaria de falar com o Sr. Franklin, ele se encontra?
Secretaria do Sr. Franklin- Olá detetive, o Sr. Franklin não veio hoje estou achando até estranho.
Detetive Almeida- Muito obrigada, então vou ter que ir até a casa dele.
                  - Chegando lá na casa do Sr. Franklin, ele estava muito estranho com uma carta na mão, muito assustado e mandando eu sair de sua casa.
                  -No outro dia tinha uma notícia apavorante pela cidade, e foi aí  que a história começa de verdade, foi uma notícia de uma noiva que tinha acabado de falecer estava matando seu próprio marido, nos fomos ver no necrotério e realmente o corpo da noiva não estava lá,  mas como isso é possível? Não faz sentindo uma mulher q tinha acabado de morrer estava matando as pessoas, aí que eu comecei a encaixar as peças. A noiva com uma lista com nomes de pessoas no braço incluindo o noivo dela, e em seguida o noivo morreu, e o bilhete na casa do banqueiro falando "você é o próximo meu querido", então nós sabíamos que provavelmente o próximo alvo seria o Sr. Franklin, mas como nós íriamos salvá-lo?
                   - Bom eu decidi que iria vigiar a casa até que acontecesse algo. Como o esperado aconteceu o ataque da noiva na madrugada, escutei um espelho quebrando e fui ver o que estava acontecendo, entrei dentro da casa e subi para o andar de cima e vi que o banqueiro estava morto com uma faca nas costa, e a janela tinha sido quebrada. Então eu parei para pensar, se fosse um fantasma não ia quebrar a janela, minha sorte que eu anotei os nomes das pessoas q estava no braço da noiva "fantasma" e fui atrás do próximo alvo dela.
                   - Era uma mulher dona de uma "1,99" da esquina, fui até a loja dela e conversei com a dona da loja (e a próxima vítima), expliquei  tudo para ela e bolamos um plano para pegar a noiva. Iria ser mais ou menos assim, nós íamos esperar a noiva levar ela até um lugar fechado aonde ela não ia poder escapar e então levar para trás das grandes. Esperamos a noiva ir atrás da mulher, e ela foi, a mulher começou a correr e levar a noiva para o lugar fechado, quando ela chegou lá a noiva falou:
Noiva- Agora e sua vez querida.
Mulher do "1,99"- Não por favor, me deixe viver.
Noiva- Posso pensar. "dando gargalhadas".
Detetive Almeida- Vamos para prisão então noiva?
Noiva- Como assim? "Tentou correr".
Detetive Almeida- Aonde vc pensa q vai? "A puxou e colocou a algema".
                  - Depois que eu levei ela para prisão comecei a interrogar ela para saber o porquê ela estava fazendo aquilo. E também como ela fez tudo aquilo.
Noiva- Bom tudo isso foi bem simples, primeiro eu tinha que ter ajuda de algumas amigas...
Detetive Almeida- Que amigas?
Noiva- Não vou falar nomes, então comecei o plano, comecei fingindo que ia matar meu noivo mas na verdade ia me matar, quando eu finjo apertar o gatilho uma das minhas amigas estava lá dentro e foi ela q atirou apontando para fora de casa aonde não ia pegar em mim, e eu caí no chão e colocamos um cadáver parecido comigo para todos acharem que era eu, mas na verdade eu estava do lado de fora da casa para matar todos meus ex-namorados.
Detetive Almeida- Tá e como você tirou o corpo de dentro do necrotério?
Noiva- Isso bem simples, eu tinha uma amiga lá dentro q só tirou o corpo de lá sem ninguém ver.
                   - Depois de tudo isso ela foi para prisão e compriou sua pena, e foi assim q eu resolvi um dos meus casos mais difíceis. "Aplausos".