terça-feira, 22 de outubro de 2019

Beacon Hilss

Em uma cidade no sul dos Estados Unidos chamada Beacon Hilss. Há uma universidade muito qualificada, as pessoas que estudam nela, só tem um objetivo: Terem sucesso em tudo que fazem. Infelizmente aconteceu um terrível crime dentro da universidade, um aluno chamado John foi assassinado. Esse aluno era filho da diretora da faculdade de Beacon Hilss, Sua família não esperava tamanha crueldade com uma pessoa tão querida. Seus três melhores amigos, Pedro, Isa e Giovana guardavam muitos segredos complexos, não sabiam nem como reagir quando souberam da notícia, pensaram que era apenas mais uma brincadeira dos veteranos do prédio. 
              No dia do enterro de John, seus três melhores amigos receberam uma mensagem de texto, sendo ameaçados por alguém que alegava saber todos os seus segredos e que não se arrependia de ter matado John.
             Com sua família, John parecia ser uma ótima pessoa, com o pessoal da universidade era totalmente diferente, sempre ofendia todos e era muito arrogante, até com seus três melhores amigos.
Ao longo dos dias, seus melhores amigos começaram a receber cartas e ameaças de uma pessoa desconhecida, única coisa que eles sabiam era que essa pessoa, sempre deixava um bilhete assinado como "-A". seus amigos nunca foram tão unidos, mas isso uniu eles de uma forma inexplicável, como se eles pudessem se proteger dessas ameaças, mas eles acabaram se aproximando cada vez mais um do outro e compartilhando segredos entre eles.
              Essa pessoa que se chamava -A, começou a chantagear eles com seus segredos, caso eles não fizessem tal coisa, um segredo de cada um ia vir a tona. Eles começaram a criar teorias de que John não teria morrido, mas não teria como. Então eles começaram a pensar que John poderia saber que iria morrer e guardou esses segredos dos seus ''amigos'' em algum lugar e alguém acabou descobrindo todos eles e começou á ameaça-los. Então eles se lembraram da mensagem que receberam no enterro de John, que dizia:

                  
        - Eu não me arrependo de ter matado o Jonh.
                                                                         -A
    Eles então sabiam que esse -A era muito perigoso, mas eles tinham de alguma forma descobrir quem era. Então começaram a espionar os amigos de John, mas nenhum deles parecia ser esse tal de -A.
    Em uma tarde, os amigos de Jonh receberam outro bilhete, novamente ameaçando todos eles, mas eles decidiram que não podiam continuar sendo ameaçados, então tomaram uma atitude, novamente começaram a desconfiar de um grande amigo de John. Wilian , era seu melhor amigo desde a infância, eles cresceram  juntos, mas com a adolescência, foram fazendo novas amizades e cada um seguiu seu caminho. Wilian, era uma pessoa manipuladora e ciumenta, sempre teve muito ciúmes da família de Jonh, seus três melhores amigos concluíram que ele poderia ser o assassino de Jonh, mas para isso, eles teriam que achar provas que ele tivesse feito esse terrível crime com o seu melhor amigo da infância.
     Isa tinha algumas aulas de faculdade com ele, começou a espionar Willan. Ela queria de alguma forma achar uma prova que ele teria matado Jonh. Isa ficou dias espionando ele, mas nada fora do normal que pudesse criminar ele, então ela foi perguntar para ele se foi ele que cometeu esse terrível crime com o seu melhor amigo, quando Isa lhe perguntou ele, olhou nos olhos dela e disse: 
—Eu não teria coragem de fazer isso com o meu melhor amigo e  por que você está me perguntando isso?
Isa o respondeu no mesmo tom que ele usou e disse:
— Tenho minhas dúvidas! Mas enfim, só te perguntei por curiosidade mesmo.
Isa, saiu andando logo daquele ambiente que os dois estavam e foi contar para os seus dois amigos.
Quando Isa, contou o que Wilian disse, eles ficaram com muitas dúvidas, mas eles não podiam desistir dessa teoria. Pedro teve uma ideia de ir na casa dele e procurar por algo em seu quarto, por mais que fosse errado, os três não tinham mais o que fazer a não ser isso.  Depois da aula de segunda-feira, os três foram para a casa de Wilian, chegando lá, a mãe deles recebeu todos eles e disse que o filho ainda não havia chegado da faculdade, Isa disse que não teria problema, que só precisaria buscar seu caderno que ele havia esquecido de entregar para ela, a mãe de Wilian falou onde ficava o quarto e Isa foi, chegando lá, ela começou a procurar por coisas que nem ela sabia, Isa procurou por todos os lugares possíveis, mas não encontrou nada. Saindo de lá com um caderno que ela mesma trouxe na bolsa, quando chegou na sala disse que teria achado e que eles já iam indo embora, todos se despediram  da mãe de Wiliam. Saindo de lá, Isa contou para seus amigos que não tinha encontrado nada no quarto, todos então souberam que a partir daí as coisa iam ficar difícil, eles não tinham mais o que fazer e acharam melhor desistir dessa ideia de encontrar o assassino(a) de John.
       Um mês havia se passado. Desde então as mensagens não paravam de chegar, até que, em uma tarde de aula normal, Isa foi pegar o seu material no seu carro e viu o Wilian gritando com uma pessoa no celular e mencionou o nome de John ,ele entrou no carro cantando pneu. Isa foi atrás, seguindo ele no caminho, o lugar que ele estava indo era um terreno com uma casa velha, ela estacionou o carro duas ruas antes e foi caminhando onde ele tinha parado, se escondeu atrás de algumas árvores e esperou ele ir embora. Um pouco menos de uma hora, ele acabou indo embora, então ela entrou no terreno, foi até a porta da casa velha e viu que a porta estava trancada, pegou um pedra e atirou na janela, conseguiu entrar. Imediatamente foi vasculhando a casa, até achar um quarto com um roupeiro, quando ela o abriu, ficou em choque! tinha luvas, máscaras e roupas. Mas o que mais chamou a sua atenção foi uma caixa embaixo das roupas, quando abriu, viu uma luva cheia de sangue, se assustou e deixou a cair no chão. imediatamente pegou seu telefone e ligou para a policia. A policia não demorou muito para chegar, ela a contou tudo para eles, até as mensagens! 
        Os amigos e a faculdade já estava sabendo disso, pois a policia o prendeu na sala de aula. Mas tinha que esperar ainda o exame de DNA para ver se era o mesmo sangue de Jonh que estava nas luvas. Após duas semanas, chegou o resultado, era mesmo o sangue dele. Wilian, pegou muitos anos de prisão, sua mãe estava arrasada, pois não pensava que o filho podia fazer tamanha crueldade, ainda mais com a pessoa que considerava seu melhor amigo. Com isso a amizade de Isa, Pedro e Giovana se fortaleceu mais, agora eles poderiam focar nas suas carreiras sem se preocupar com as ameças.
        Anos se passaram, eles ainda eram amigos. Pedro estava trabalhando em uma das melhores empresas de tecnologia do mundo. Isa, estava trabalhando com a Vogue. Giovana, estava trabalhando como chefe de cozinheira no Hotel Copacabana Palace no Brasil. A distância não mudou nada na amizade dos três, sempre que podiam davam um jeitinho para se verem e quando não dava um FaceTime sempre ajudava matar a saudade.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

O sonho de Edison

Em uma cidade da Bahia, havia um menino chamado Edison Arantes, que tinha um sonho de ser jogador, mas sua família não tinha condições de realizar esse sonho.
Então em uma conversa com sua mãe, resolveu que iria atrás do seu sonho, então o menino foi ao campo de futebol mais perto de sua casa, e perguntou para o treinador se poderia fazer um teste no clube. o treinador disse que iria dar uma chance para o menino.
Então no dia seguinte Edison começou a se preparar para o teste, Edison estava se esforçando ao máximo para passar no teste, no dia do seu teste Edison estava se sentindo bem e confiante.
Edison entrou no vestiário se arrumou, quando começou seu teste, Edison começou a sentir dores no posterior da coxa esquerda, e em uma disputa de bola com o adversário, ele estendeu o músculo do posterior da coxa esquerda, Edison teve que sair de seu teste e ir ao hospital fazer exames.
No dia seguinte Edison pegou seus exames, e neles mostrou que ele realmente estendeu o músculo do posterior da coxa.
Edison ficou alguns meses sem fazer nada, ficou só em repouso, depois de alguns meses Edison voltou a correr aos poucos, quando começou a sentir habito a jogar ele começou a treinar com sua bola no pátio de sua casa, depois de uma semana treinando em casa com sua bola, Edison resolveu ir até o campo e perguntar pro treinador se ele poderia fazer outro teste, mas o treinador disse que não daria outra chance para o menino, Edison voltou para sua casa muito chateado, mas ainda sabendo que era possível realizar seu sonho.
No outro dia Edison disse para sua mãe que iria até Itabuna interior da Bahia, tentar um teste em algum time, chegando em Itabuna, Edison foi em dois campos, e os dois campos recusaram ele de fazer um teste, então ele foi no terceiro campo, chegando ao campo pediu para falar com o treinador, perguntou se poderia fazer um teste no clube, o treinador pensou e disse que daria uma chance para o menino, o treinador disse para o menino chegar cedo ao teste, então chegou o tão esperado teste de Edison.
Edison chegou cedo no teste, se fardou e entrou em campo, começou a peneira e o sonho de Edison estava por começar.
Ao fim da peneira o treinador chamou algum jogadores, e Edison estava entre esse jogadores, então o técnico falou que todos que estavam ali tinham passado e tinham que se apresentar no outro dia no mesmo campo, para começar os treinamentos. Ao voltar pra casa, Edison começou a chorar de felicidade, chegando em casa Edison chegou gritando...
- mãe mãe mãe, eu passei no teste, passei no teste mãe!
Sua mãe muito feliz Deus os parabéns para o menino e o incentivou o menino a nunca desistir.
Edison começou a brilhar nesse novo time, as 18 anos foi chamado para joga o aspirantes do santos, o menino era tão bom que o clube disse que iria pagar todo as despesas para o menino viajar e assinar seu primeiro contrato, o menino muito feliz viajou para santos, e assinou seu primeiro contrato, ganhando um salário mínimo já conseguiu realizar o sonho de ajudar sua família.
Um dia Edison chegou a final do campeonato Brasíleiro pelo Santos, sendo campeão e artilheiro do campeonato, o menino foi chamado para o profissional ganhando um salário melhor, e ajudando cada vez mas sua família, o menino estava vivendo realmente todo o seu sonho. 
Edison brilhou muito nos campos, e ajudou sua família como sempre sonhou. 

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Amizade Colorida

          Havia uma menina chamada Helena, ela era apaixonada por um menino de seu bairro que se chamava Arthur, ele amava sair com seus amigos no fim de semana, fazia promessas de amor para Helena mas nunca cumpria com suas palavras, dizia que gostava muito de Helena, porém, ficava com outras meninas nas festas que ele ia. 
          Arthur tinha um amigo chamado Maurício, certo dia, Helena estava andando em seu bairro e encontrou com esse amigo de Arthur, logo quando chegou em casa chamou ele, eles fizeram amizade e foram criando um grande e forte laço de afeto, até que viraram melhores amigos. 
          Ela tinha uma amiga chamada Vitória, que era muito próxima dela, frequentava sua casa, e era praticamente da família, sempre apoiou para que os dois ficassem juntos mesmo sabendo que eles eram melhores amigos e que ela gostava de Gustavo.
          Então, após Helena sofrer muito por esse menino enfim ela superou. Helena se apaixonou pelo amigo de Arthur, chamado Gustavo, ele sempre gostou da Helena. 
          Certa noite, Helena e Gustavo, foram em uma festa junto de seus amigos, e lá, aconteceu o primeiro beijo de Helena. 
          Um dia antes da virada do ano, Maurício mandou mensagem para Helena, dizendo que a amava e que estava apaixonado por ela, Helena não deu bola pois considerava ele apenas melhor amigo e também porque gostava de Gustavo.
          Então em um certo dia, Helena e Vitória mataram aula na casa de Arthur, passaram a tarde lá, e mais além se juntaram com o pessoal e foram para a praça, na volta, Helena viu uma foto de Gustavo com a menina que ele estava ficando, quando ela viu a foto ficou muito triste e foi pra ttcasa de seu amigo Kauã, chegando lá, chorou em seu colo. Após isso, foram para a casa de Helena. 
          Maurício foi pra casa dela também, e lá eles resolveram se deitar na cama da irmã de Helena. Nunca passou pela cabeça de Helena ficar com Maurício pois eles eram apenas melhores amigos, mas como nem tudo que acontece a gente espera, Helena e Maurício ficaram, a partir disso, tudo mudou, eles não eram mais só melhores amigos e sim, “ficantes”.
          Uma semana após o ocorrido, Helena resolveu contar para sua mãe, ela não gostou da notícia e disse que não queria que eles ficassem pois era melhores amigos e ia estragar a amizade que eles tinham. Helena ficou muito triste pois achou que sua mãe iria apoiar eles. 
          Eles continuaram ficando sem a mãe dela saber, nesse meio tempo onde eles ficavam, Maurício frequentava a casa de Helena sem a mãe dela saber, então em uma noite, o padrasto de Helena chegou em casa e o Maurício estava lá, ela disfarçou e ele subiu pro seu quarto, Maurício foi embora para que seu padrasto não descobrisse, mas ele estava na sacada e viu Maurício indo embora. 
          Rafael, padrasto de Helena, chamou ela pra conversar e disse que viu Maurício indo embora e que não queria que eles ficassem sem o consentimento da mãe dela. Helena e Maurício passaram um tempo sem ficar pois sua mãe descobriu tudo que havia entre eles. 
          

sábado, 12 de outubro de 2019

O Assassinato De Olivia Clark {Capitulo final}

4º Capitulo - Conclusão

As detetives analisaram a semelhança entre os socos do Jayson com os socos da autopsia, ambos são totalmente iguais, e isso já era uma prova contra o padrasto de Olívia. Alexia ficou o dia todo melhorando a resolução da imagem do pulso, felizmente ela conseguiu, então Agatha diz:

- Claramente estamos vendo uma mancha no pulso do assassino, semelhante a do padrasto. E no depoimento dele, ele diz ter ido em um mercado 24 horas, mas não havia testemunhas e nem filmagens para comprovar tal ato. Mentir em um depoimento é muito suspeito.

- Devemos ir investigar na casa dele amanhã mesmo, já está muito tarde e devemos descansar.
-Por que deveriamos ir

 Dia 27 de outubro, as detetives mais uma vez se encontram na delegacia, elas estavam se aprontando para ir investigar a casa da família Clark quando o telefone toca na mesma hora. Larissa atende o telefone e diz:

- Alô, você ligou para a Delegacia De Porto Alegre, o que gostaria?

Uma voz assustadora começa a falar no outro lado da linha:

- Vá até a Casa De Cultura Mario Quintana.

- Por que deveríamos ir até la? 

   O telefone deliga após esta pergunta e Alexia diz:

 - Essa voz anônima nos disse para ir até o local do assassinato de Olívia, vamos ir, acho que devemos ver o que realmente está acontecendo.

   Todas as detetives vão em direção a Casa De Cultura Do Mario Quintana e encontram Maicon no meio do local, parado e imóvel. Elas acham estranho, então chegam mais perto para ver o que estava acontecendo, Larissa grita:

- Policia, o que está acontecendo aqui?

- Não chegue perto - disse alguém não visível.

No local não havía ninguém, apenas Leonardo, as detetives e de surpresa, Jayson, usando Leonardo de refém. Todos estavam em uma emboscada, Jayson chegou mais perto apontando uma arma para cabeça de Leonardo. Então Agatha responde:

- Não queremos ninguém machucado, só viemos para ajudar. Entregue o Leonardo e tudo ficará bem.

-NÃO CHEGUEM PERTO OU EU MATO ELE!- Grita Jayson com um certo tom de raiva.

   Naquele momento as detetives se vêem sem saída, então Mariana se lembra que viu em alguma pesquisa de psicologia que conversar com assaltantes/ assassinos sobre coisas pessoais ajudava o mesmo a relaxar e ser mais fácil a negociação. Então no mesmo momento ela começa a se abrir com Jayson:

- Quando eu era criança eu tinha um cachorrinho pinscher chamado Diguinho.

-OQUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO SUA LOUCA??- Grita Jayson cada vez mais confuso e com raiva.

   As meninas entendendo a estratégia de Mariana começaram a fazer o mesmo, Jayson acabou se distraindo com ela e abriu uma brecha para que os polícias conseguissem intervir na ação do mesmo conseguindo prender ele e salvar Leonardo ileso.

   Depois de toda essa ação, as quatro garotas resolvem levar Leonardo para delegacia e interrogar o mesmo sobre tudo oque havia acontecido e para, até mesmo, conseguir provas para manter Jayson mais tempo preso. No meio do interrogatório Leonardo abre o jogo e conta que seu padrasto batia muito em Olívia, até mesmo sem motivo simplesmente por prazer de vê-la sofrer, e que no dia em que sua irmã foi assassinada Jayson e ela tinham brigado e que Leonardo havia ouvido ele dizer que mataria Olívia.

 Ouvindo tudo aquilo as detetives resolvem ir até a casa deles dar uma investigada novamente, chegando lá, elas se espalharam para cobrir mais rápido o espaço da casa. Alexia foi até o escritório de Jayson e acha uma gaveta com um fundo falso, retirando aquele fundo ela acha vários papeis e, apavorada, chama as suas amigas. Quando todas chegam no escritório, Alexia diz:

- Esses papéis são a chave para tudo. Aqui diz que Jayson é um fugitivo, que mata jovens através do mundo e que mudou de cidadania há 16 anos. Sabemos que última vítima foi a pobre Olívia, precisamos deixar esse assassino atrás das grades pro resto da vida.

- Ele já foi preso alguma vez? - Perguntou Agatha.

- Sim, foi preso por assassinato. Ficou preso por alguns anos e depois saiu, provável que tenha feito mais crimes, porém está fugindo até hoje. - Respondeu Alexia.

- Precisamos mostrar no tribunal. Vamos prender esse assassino.

 As detetives passaram dias achando mais provas. Quando chegou a semana do tribunal, as detetives mostraram todos os fatos e os jurados aceitaram, acusando Jayson por diversos assassinatos, abusos, e ganhou 42 anos de prisão. Fora do tribunal, as detetives conversam com Jeniffer, mãe de Olívia. Mariana diz:

- Vocês estão seguros, podem ficar calmos. Tudo vai ficar bem.

- Não acredito que vivi 16 anos uma grande mentira, e com um assassino. Mas muito obrigado por nos ajudar, agradeço muito.

  Depois disso, as detetives mais uma vez voltam para a delegacia investigar mais assassinatos e ajudar inocentes.













O Assassinato De Olívia Clark { Capitulo 3 }

3º Capitulo - As Pistas.

 Larrisa e Alexia chegam na delegacia,  então começam a ver as filmagens e analisar os fatos. No momento da análise, Agatha lembra que elas não tiraram fotos no local do crime, então dá a idéia de ir conversar sobre o corpo de Olívia com o legista. Chegando no laboratório, a Agatha fala:

- Doutor, somos as detetives encarregadas do caso Olívia Clark, queremos dar uma olhada no que foi relatado na autópsia da vítima.

- Claro, só um estante, irei pegar a papelada!

Após a volta do doutor, as detetives começam a ler a autópsia, e vêem que além de facadas, existiam marcas de agressões no corpo da vítima. Então Alexia pergunta para o doutor:

- Como um médico legista, tu achou algo estranho no corpo?

- Achei algumas coisas que não seriam relevantes, pois, já que não eram relacionadas ao assassinato, pensei melhor em não colocar.

Mariana interrompe e acaba perguntando no mesmo momento:

- Quais seriam essas coisas irrelevantes?

- Vi que no corpo havia marcas antigas de brigas passadas, mas também machucados atuais, bem perto das facadas que o assassino praticou. - Falou o legista.

Alexia ouvindo tudo isso, pergunta:

- Será que essas facadas teriam sido feitas propositalmente em lugares tão próximos, no intuito de esconder os machucados, para que não corresse o risco de ser incriminado?

Depois dessa pergunta, todos começaram a se perguntar se realmente esses dois fatos estão ligados. O doutor avisa que não tinha mais tempo para conversar, pois, tinha que dar atenção para outros corpos, então Agatha interrompe a saída do doutor e diz:

- Será que podemos ficar com essas papeladas da autopsia?

- Infelizmente não posso deixar essas informações com vocês, essas papeladas não podem sair deste lugar. Mas já que quero ajudar muito, vou deixar vocês tirarem algumas fotos para avançar nessa investigação, esse segredo fica entre nós. - Diz o doutor, dando uma atenção maior para as detetives.

   Após Agatha tirar as fotos, todas as detetives vão até a delegacia aprofundar mais todos os fatos, já que as imagens dos papéis irão ajudar muito na investigação. Todas as detetives sentam em uma mesa e começam a prestar mais atenção nos detalhes do assassinato, Larissa comenta sobre os locais dos ferimentos de Olívia e diz:

- Podemos fazer alguns exames com os suspeitos, ver como eles dão socos e machucam pessoas. E outra, Alexia, tu não pode tentar melhorar a resolução da imagem da câmera de segurança?

  Todas concordam coma ideia do exame de socos, e Alexia responde:

- Posso tentar arrumar a resolução da imagem, mas vai demora um pouco. Acho que consigo sim.

  As detetives começam a analisar o passado de Jayson e Maicon, ambos completaram o ensino fundamental, ambos são homens e ambos conviveram com Olívia. O problema era encontrar fatos e provas contra qualquer um, os dois diziam estar ocupados no momento do assassinato, mas algo estava passando despercebido na frente das meninas. Mariana começa a falar as provas contra Maicon:

- Não temos muitas provas contra o namorado de Olívia. Apenas que eles brigavam muito por ciúmes e que ele era muito ''esquentado''. Acho que temos poucas informações sobre este garoto. Detetive Larissa, pesquise agora sobre esse menino.

  Larissa pesquisa nos dados da delegacia e descobre que Maicon já foi acusado de agressão contra um colega de escola, mas não foi preso por ser menor de idade. Também dizia que o conselho tutelar já visitou a casa da família Boyce, porém, o caso teria sido encerrado, faltando provas e contestações.  A detetive comenta sobre as informações do caso de agressão:

- Aqui nas informações tem fotos da agressão, por incrível e sortudo que pareça, os socos foram feitos nos mesmos lugares que os de Olívia, mas mais focado nos peitos.

- Podemos aproveitar para comparar com as fotos da autopsia. - Diz Agatha.

  Elas pegam as fotos e colocam no centro da mesa, fazendo com que todas as detetives levantassem para verem juntas a imagem. As marcas do corpo eram na mesma proporção que a de Olívia, mas não nos mesmos lugares, com isso, a hipótese de as facadas e as marcas serem ligadas diminuía. Então Mariana começa a falar:

- Ok, mas não podemos excluir o fato de ter mais um suspeito, o Jayson.

- Chame ele agora, isso é questão de urgência. - diz Alexia.

   Após algumas horas, Jayson aparece na delegacia. As detetives tinham preparado uma sala com um saco de pancadas no meio, para que Jayson socasse o saco. Alexia começou a molhar as mãos do homem com tinta para que marcasse as batitas dele, então Jayson pergunta:

- Posso saber o motivo disso tudo? Tenho que voltar logo para casa.

- O motivo é confidencial, mas gostaria de saber porque tanta pressa. - Disse Alexia, com um tom de duvida.

- Ando organizando algumas coisas para uma viagem de férias. - Diz Jayson em um estado de um pouco de calma.

  Após Jayson falar isso, Alexia olha para Agatha com um olhar de duvida, Agatha retribui com uma revirada de olho. Depois de arrumar todos os equipamentos, Jayson é trancado na sala e as detetives pedem para que ele comece a se imaginar em uma cena em que ele comece a agredir alguém, usando socos em sequencia. Enquanto ele começava a dar os socos, Agatha observa a autopsia de Olivia, e no mesmo momento, observava os socos contínuos de Jayson. Naquele momento, a sequencia de socos que o homem dava no saco, se encaixava exatamente igual da autópsia, a detetive se espanta e começa a falar:

- Os socos estão exatamente nos mesmos lugares que da autopsia, o que vocês acham sobre isso?

- Não devemos tirar conclusões precipitadas, mas enquanto vocês olhavam Jayson, liguei para a mãe de Maicon, ela nos disse que ele estava o tempo todo dormindo no quarto, e que se ele saísse de casa, os alarmes iram tocar e o cachorro deles latir. Precisamos focar no padrasto, ele é o único que está se enrolando nessa investigação. - Diz Mariana.

  Larissa e Alexia concordaram com o que Mariana disse, então todas ficam mais atentas, pois, naquele momento, o assassino estaria atrás da porta daquela sala.

{Leia o quarto e ultimo capitulo no blog da Laura.}












































O assassinato de Olivia Clark {Capitulo 1}


1º Capitulo - As Testemunhas
 
    Quatro detetives, a mais velha se chama Larissa, 30 anos, loira e muito braba, a segunda detetive se chama Mariana, 29 anos, muito observadora e sempre sincera, a terceira se chama Alexia, 27 anos e muito inteligente, ótima com computadores e faz as mais rápidas anotações já vistas, e por fim, a Agatha, 28 anos, uma mulher que esconde seus maiores segredos e com um olhar inquietante.
   Somos amigas desde o tempo do colegial, ser detetives era nosso maior sonho, portanto, nos formamos juntas e hoje adquirimos esse sonho no melhor departamento da região. Tudo ocorria perfeitamente bem, até que caiu um caso terrível em nossas mãos...
    Tivemos a notícia de que uma jovem de 16 anos havia sido assassinada, porém, não existiam pistas conclusivas do caso. Para ajudar, algumas pessoas iam dar depoimentos.

Tudo que se apresenta na ficha do assassinato são:
Local: Casa de Cultura Mario Quintana, Porto alegre RS.
Data: 24 de outubro de 2015.
Vitima: Olivia Clark.
Idade da vitima: 16
Testemunhas: Mãe da Olivia (Jeniffer Clark, 47 anos), seu Padrasto (Jayson Pattson, 41 anos), seu Irmão (Leonardo Clark, 13 anos), o Namorado (Maicon Boyce, 17 anos), o Segurança (Gullever star, 32 anos) e a Melhor amiga (Diulia, 16 anos).

  Fomos até a cena do crime para procurar pistas, e no meio disso tudo encontramos a Olivia com marcas de faca pelo corpo. Analisamos a casa e não encontramos mais nada. Começamos a interrogar as testemunhas. Primeiro foi a mãe da vítima, Jeniffer, que estava completamente abalada disse:
   
 - A culpa foi de Maicon, aquele desgraçado, tinha muito ciúmes da minha querida Olivia.
     
  Foi ai que no mesmo tempo a detetive Marina disse:

- Como assim? Quem é Maicon? - Completou a detetive, enquanto olhava para Jeniffer com uma espécie de olhar vidrante.

- Maicon, o ex namorado de Olivia. Eles terminaram recentemente e acho que talvez ele tenha feito isso, até porque ele parecia estar com raiva - Disse a mãe.

- Detetive Larissa, chame esse tal namorado - disse Marina com um ar de grande dúvida.

     Larissa ligou para ele avisando que ele deveria comparecer a casa da Olivia. Maicon veio rapidamente até o local, sem intender, ele pergunta:

- O que aconteceu?

- Olivia foi assassinada está terça-feira. - Disse Jayson com uma cara de tristeza.

    Maicon é interrogado pela detetive Alexia, ele falava o motivo do término e com muita firmeza diz nunca teria coragem de matar alguém, ainda mais Olivia, a menina que ele tanto repetia amar. Jeniffer acha que é mentira, pois, não confia nesse namorado, ela comentou que ele já fez Olivia sofrer muito e que sempre brigavam.
    A próxima testemunha é Jayson, o padrasto de Olivia. Ele entra na sala chorando, se senta em um sofá que tinha ali, e começa a falar:

- Olivia era uma menina doce, carinhosa e que não fazia mal nem para uma formiga. Não imagino um motivo para alguém fazer isto com ela. Sempre fui muito atencioso. E mesmo sendo apenas o padrasto, ela era como uma filha de sangue para mim, eu a amava muito. Agora o que eu mais quero é que descubram quem fez isso e botem esse assassino atrás das grades.

    Até ai tudo bem, detetive Alexia estava anotando tudo muito severamente. Então Larissa leu em voz alta uma frase que lhe chamou a atenção no depoimento de Jayson:

- " Botem ele atrás das grades."- olhando para Jayson, ela continua a sua fala.- Ele? Em nenhum momento falamos o sexo do assassino ou assassina. Anote isso Alexia.

   Jayson se levantou após as perguntas terminarem, e voltou para sala em que todos estavam abalados. O próximo a ser interrogado foi o segurança do local do assassinato, o senhor Gullever. Chamamos, ele parecia inquieto, quando fizemos a a mesma pergunta feita para todos, ele disse:

- No momento em que ouvi ela gritar, sai correndo para ver o que tinha acontecido. Ela estava caída no chão, com marcar de facas sobre todo o seu corpo, eu olhei para trás e vi alguém correndo de preto, pensei em correr para ver quem era, mas eu não podia deixar a pobre menina sozinha. Liguei para a emergência. Quando a SAMU chegou, ela já estava gelada e morta, eu tentei rever todas as câmeras de segurança do local em que ficamos, mas  a filmagem das 2:34 estava com alguns borrões, então a filmagem voltou ao normal as 2:45. Não sou tão bom com a tecnologia, mas tenho certeza de que alguém mexeu nas câmeras.

   Alexia pediu para ver as câmeras de seguranças enquanto Marina ouvia o testemunho de Dulia, a melhor amiga de Olivia. Aos choros ela disse:

 - Não acredito que ela se foi, eu e ela tínhamos nossas brigas, mas éramos inseparáveis. Ela sempre me defendia das outras meninas, Olivia adorava arranjar uma briga com aquelas garotas insuportáveis da escola, se vocês procuram suspeitos, falem com uma tal de Érica. Elas se odeiam desde o jardim de infância, e a última briga entre as duas rolou até soco.

- Rolou algum tipo de ameaça no final dessa briga? Mais alguém que Olivia discutia, ou até mesmo incomodava? - Perguntou Marina que estava anotando tudo perfeitamente.

- Érica disse que não sairia barato, quase todo mundo da escola sabem sobre essa briga. E essas pessoas que Olivia incomodava, existiam várias, mas tinha um que ela não o deixava em paz , Jon sofria muito nas mãos dela. Ele já ameaçou ela diversas vezes, mas nunca dávamos muita atenção para isso. Sei que quase ninguém ia com a cara dela, mas eu a adorava muito. Se vocês precisarem saber de alguma coisa sobre ela, fiquem a vontade para perguntar. Ela me dizia tudo.

   Nesse momento, Agatha deu uma risada de deboche e falou algo muito baixo, ninguém conseguiu ouvi-lá. Mas todos ignoraram ela, pois, o foco era o assassinato.

- Tudo mesmo? Ela te contava tudo?- Perguntou a detetive Larissa, que estava todo o momento observando as testemunhas.

- Tudo não, ela vivia com marcas de roxos e a vermelhidão nos braços e nas pernas, mas sempre que eu perguntava, ela mudava de assunto - Disse Dulia em um tom de tristeza muito visível.

- Mas poderia muito bem ser das brigas em que ela se metia. Como tens certeza de que os roxos não são sobre as brigas?- Refutou Larissa com peguntas a resposta da Dulia.

- Conhecia cada roxo em que ela tinha das brigas, eu tirava ela dessas ''roubadas'' e ajudava ela a colocar gelo. - disse Dulia

Alexia chegou naquele momento com um pendrive, ela diz que ali estava toda a gravação do dia do assassinato, ela pegou o arquivo e guardou em sua mochila, voltando a atenção para as testemunhas.

   Depois disso as detetives chamaram o Leonardo, mas ele disse que não queria testemunhar, estava muito triste e não conseguia falar sobre sua irmã. Deixamos ele, pois, o tempo é tudo o que ele precisa. Pegamos nossos pertences e fomos para a delegacia. Chegando lá, Mariana comentou:

- Não temos muito, mas já acho que é o suficiente para diminuir as dúvidas. Devemos ficar mais de olho no padrasto da Olivia, ele me parece um ótimo suspeito nesse caso. Alexia reforçou o fato de ter que vasculhar o arquivo do pendrive e ver se a gravação não tinha sido convertida totalmente.
 
    Todos que estavam ali concordaram plenamente sobre, menos Agatha, que após sair da casa de Olivia, disse que ia passar em algum lugar e nós a veríamos apenas outro dia. As detetives ignoraram a falta dela e continuaram a investigação.

{Leia o segundo capitulo no blog da Kétlyn.}














sexta-feira, 11 de outubro de 2019

A Noiva...

- Eaeeeee pessoal, hoje eu tô aqui para contar mais um grande caso que eu resolvi como detetive da polícia dos EUA.
                  - Aquele dia tinha começado normal com um café do starbucks mas tudo estava prestes a mudar com uma simples ligação. "Trim trim", tocava o celular.
Delegado- Detetive Almeida...
Detetive Almeida- Fala tu delegado.
Delegado- Precisamos de você agora.
Detetive Almeida- Me espera lá na delegacia, que em dez minutinhos eu estou lá.
         - E foi assim que estragou aquele meu dia lindo, não pela ligação mas sim pelo o que viria depois, mas enfim vocês devem estar curiosos para saber o que tinha acontecido, então vamos continuar com a história.
        - Os EUA estavam muito desesperados, por causa de uma noiva em uma sacada tentando matar o seu marido e falando:
Noiva- Ei amor está quase na hora de ir para igreja.
Noiva- O sino tocou vamos para o cemitério... Ops quero dizer para igreja. Dando gargalhadas.
              - depois de botar medo na cidade toda ela fala...
Noiva- Amor depois eu venho te buscar.
              - Neste momento ela pega uma espingarda e coloca na boca, se matando na frente de todos, e começando a maior investigação da minha vida.
               - Bom comecei indo na cena do crime, lá não tinha nada de mais, mas isso todos nós já tínhamos percebido, então decidi ir para o necrotério para ver da onde a bala tinha vindo mas também não tinha nada de mais, só o fato de conseguimos ver que a falecida noiva tinha uma lista no braço esquerdo com cinco suspeitos incluindo o marido. Mas não fazia sentido aqueles nomes, então fui para rua para a investigação.
                - Eu fui atrás dos quatro suspeitos mas ainda não fazia sentido, eles não tinham ligação entre eles. Um deles trabalhava no banco, fui atrás dele para perguntar se ele tinha alguma ligação com a noiva.
Detetive Almeida- Oi gostaria de falar com o Sr. Franklin, ele se encontra?
Secretaria do Sr. Franklin- Olá detetive, o Sr. Franklin não veio hoje estou achando até estranho.
Detetive Almeida- Muito obrigada, então vou ter que ir até a casa dele.
                  - Chegando lá na casa do Sr. Franklin, ele estava muito estranho com uma carta na mão, muito assustado e mandando eu sair de sua casa.
                  -No outro dia tinha uma notícia apavorante pela cidade, e foi aí  que a história começa de verdade, foi uma notícia de uma noiva que tinha acabado de falecer estava matando seu próprio marido, nos fomos ver no necrotério e realmente o corpo da noiva não estava lá,  mas como isso é possível? Não faz sentindo uma mulher q tinha acabado de morrer estava matando as pessoas, aí que eu comecei a encaixar as peças. A noiva com uma lista com nomes de pessoas no braço incluindo o noivo dela, e em seguida o noivo morreu, e o bilhete na casa do banqueiro falando "você é o próximo meu querido", então nós sabíamos que provavelmente o próximo alvo seria o Sr. Franklin, mas como nós íriamos salvá-lo?
                   - Bom eu decidi que iria vigiar a casa até que acontecesse algo. Como o esperado aconteceu o ataque da noiva na madrugada, escutei um espelho quebrando e fui ver o que estava acontecendo, entrei dentro da casa e subi para o andar de cima e vi que o banqueiro estava morto com uma faca nas costa, e a janela tinha sido quebrada. Então eu parei para pensar, se fosse um fantasma não ia quebrar a janela, minha sorte que eu anotei os nomes das pessoas q estava no braço da noiva "fantasma" e fui atrás do próximo alvo dela.
                   - Era uma mulher dona de uma "1,99" da esquina, fui até a loja dela e conversei com a dona da loja (e a próxima vítima), expliquei  tudo para ela e bolamos um plano para pegar a noiva. Iria ser mais ou menos assim, nós íamos esperar a noiva levar ela até um lugar fechado aonde ela não ia poder escapar e então levar para trás das grandes. Esperamos a noiva ir atrás da mulher, e ela foi, a mulher começou a correr e levar a noiva para o lugar fechado, quando ela chegou lá a noiva falou:
Noiva- Agora e sua vez querida.
Mulher do "1,99"- Não por favor, me deixe viver.
Noiva- Posso pensar. "dando gargalhadas".
Detetive Almeida- Vamos para prisão então noiva?
Noiva- Como assim? "Tentou correr".
Detetive Almeida- Aonde vc pensa q vai? "A puxou e colocou a algema".
                  - Depois que eu levei ela para prisão comecei a interrogar ela para saber o porquê ela estava fazendo aquilo. E também como ela fez tudo aquilo.
Noiva- Bom tudo isso foi bem simples, primeiro eu tinha que ter ajuda de algumas amigas...
Detetive Almeida- Que amigas?
Noiva- Não vou falar nomes, então comecei o plano, comecei fingindo que ia matar meu noivo mas na verdade ia me matar, quando eu finjo apertar o gatilho uma das minhas amigas estava lá dentro e foi ela q atirou apontando para fora de casa aonde não ia pegar em mim, e eu caí no chão e colocamos um cadáver parecido comigo para todos acharem que era eu, mas na verdade eu estava do lado de fora da casa para matar todos meus ex-namorados.
Detetive Almeida- Tá e como você tirou o corpo de dentro do necrotério?
Noiva- Isso bem simples, eu tinha uma amiga lá dentro q só tirou o corpo de lá sem ninguém ver.
                   - Depois de tudo isso ela foi para prisão e compriou sua pena, e foi assim q eu resolvi um dos meus casos mais difíceis. "Aplausos".

O sonho - Diany

O sonho

     Eu sempre achei que passar em medicina ou passar em vestibulares concorridos era coisa para pessoas “nerds”, aquelas pessoas que nasceram estudando, parece que nasceram com os livros nas mãos e só faziam isso da vida, então era essa a ideia que eu tinha, que só alcançava esses resultados pessoas com esse estereótipo.
    Quando eu comecei a minha jornada em busca daquilo que eu queria fazer, ser aprovada em medicina, eu comecei a ir atrás dos meus sonhos, inicialmente eu não acreditava, como eu falei, achava que era coisa para outras pessoas, pessoas excepcionais, gênios, nunca para mim.
    Falei que ia fazer as provas pra ver como eram. Eu vim de uma escola pública, então eu não estava inserida naquela estrutura escolar tradicional, em que eles incentivam você porque as provas são concorridas. A gente estudava pra passar de ano, e não era difícil passar, não tinha ideia desse mundo diferenciado dos estudos.
    A primeira prova que eu fiz, não acertei quase nada, fiquei muito longe de passar, aí que eu comecei a ter a ideia do esforço que ia ser necessário para eu chegar naquele nível, foi aí que eu comecei a me preparar, mas eu ainda não estava 100%  preparada para aquilo, achei que era só estudar um pouco mais focada que ia dar.
    Fiz uma segunda prova, passei longe de novo, eu achava que não ia mais dar certo, era algo muito difícil, essas coisas eram só pra essas pessoas excepcionais mesmo, mas algo em mim sempre falava pra eu continuar, eu fui indo, fui me aprimorando, comecei a fazer cursinho e lá eu tive acesso a um pouco mais do mundo dos vestibulares, que ao meu redor eu estava cercado das pessoas que já vinham de escolas particulares, já tinham o hábito de estudar. Assim eu vi que teria que me esforçar ainda mais, fui me preparando e me aprimorando cada vez mai
    Saí de casa e apesar de estar estudando melhor, tive um choque muito grande por ter saído, comecei a ficar triste e deprimida demais, no final do ano quando chegou as provas, eu nem queria mais nada, não tinha mais ânimo nenhum, lembro que na prova principal eu acertei 94 questões, e com essa pontuação eu passava em qualquer curso, exceto medicina, eu precisava de mais ou menos uns 110 acertos.
    Parei o cursinho, não tinha muitas condições financeiras, eu já tinha uma base sobre como estudar, voltei pra casa, usei o mesmo material do cursinho que eu tinha.
    Voltei a estudar, estudei focada, dividia o meu estudo em blocos de tempo, eu tinha que fazer uns 16 a 18 acertos a mais do que eu tinha feito na última prova para eu ser aprovada. Estudei muito, sem descanso e nem folga, acordava cedo, fazia um café e começava a estudar, parava ao meio dia, almoçava e depois voltava pros cadernos e livros.
    Chegou o final do ano e eu fui fazer a prova, fui confiante demais, iria dar certo, era aquilo que eu queria, meu sonho, acertei 112 questões, passei em medicina.

Death valley

DEATH VALLEY

            Príncipe Giorno, o grande herdeiro do trono de Alagaesia, está a um passo de tomar seu lugar de direito, o qual foi preparado a vida inteira por seu pai o rei Dio, o mais temido de todos os reis que sempre foi muito severo com Giorno. Já sua mãe, Charlotte, lhe era muito atenciosa e amorosa e sempre o contava histórias antes que dormisse. A história que mais agradava Giorno era a história do vale dos mortos. A história contava que no fim do mais temido dos mares haveria o tal reino que abrigava todas as almas perdidas que não concluíram seu objetivo em sua vida na terra ou até mesmo as mais malignas das almas, um lugar impossível de se alcançar que talvez nem existisse. Talvez fosse apenas uma lenda, porém Giorno acreditava de pés juntos que o tal vale existisse. Portanto, seu objetivo era chegar neste vale mesmo que fosse contra a vontade de seu pai.
              O príncipe estava em seu navio denominado de Charlotte, em homenagem a sua falecida mãe quando seu pai Dio aparece lhe explicando sobre tudo o que ira ocorrer no dia seguinte, o dia da coroação. Mas Giorno não estava muito feliz com o ocorrido e revelou para seu pai o seu maior sonho. Essa teria sido a sua pior briga com seu pai porém estava decidido, Giorno seria rei.Na calada da noite Giorno se encontra com seu amigo e capitão da tripulação chamada de Passione. Bruno Bucciaratti que também sonhava em chegar no vale da morte naquela noite estava decidido que iria ajudar o príncipe a chegar em tal lugar e então, os dois partiram em sua viajem e Giorno estava muito desapontado com seu pai. Não queria ser mais conhecido como príncipe Giorno Giovana e sim marujo. E então a tripulação Passione partiu em sua viagem em direção ao mais temido dos mares, o mar Malock, onde muitas navegações vieram a desaparecer por motivos desconhecidos. Muitos diziam que era por conta de um monstro chamado leviatã, porém eram apenas boatos, ninguém sabia ao certo o motivo do desaparecimento das navegações.
              Depois de 3 dias de viagem, a tripulação finalmente chegou no mar malock e foram recebidos por uma especie de jogador.Ele dizia que estava la a muitos seculos e jamais havia visto uma tripulação inteira chegar no local e parabenizou os tripulantes porem o que eles procuravam não estava ali esta era apenas uma das etapas para chegarem em seu destino que as historias que ouviam eram incompletas que aquele não era o vale e sim uma das etapas como havia dito antes e que para receberem a localização da outra etapa precisariam apostar algo em algum jogo porem a tripulação não havia nada para apostar e então o jogador sugeriu que eles deveriam apostar a sua alma e então a tripulação se viu sem saída e resolveram apostar a sua alma. O primeiro tripulante da passione a jogar foi Joseph ele dizia que era ótimo no jogo e que a vitoria já estava garantida e então o jogador explicou todas as regras da aposta, a primeira regra era que quem fosse pego trapaceando perderia a sua alma, a segunda regra dizia que se uma trapassa fosse descoberta apos a partida não aconteceria nada pois a partida já teria terminado, e por ultimo quem admitisse a derrota também perderia sua alma e o jogador explicou que sentia quando alguém admitisse a derrota.O jogador deixou que Joseph escolhesse um jogo, porem eles não tinham material para realizar algum jogo e então ele teve uma ideia, haviam bebidas copos e moedas no navio e Joseph criou um jogo porem não tinha nome porem o jogo consistia em que dois jogadores deveriam em um copo cheio de whiskey colocar moedas dentro e quem deixasse a bebida transbordar perderia.Sendo assim eles iniciaram o jogo Joseph estava muito confiante pois já estava acostumado a apostar e sempre vencia, porem eles não contavam que o jogador era um mestre na arte de trapacear, assim eles iniciaram o jogo Joseph começou colocando 5 moedas no copo e logo depois o jogador também colocou 5 moedas logo seria a vez de Joseph novamente que colocou 3 moedas porem o jogador achou estranho e decidiu verificar o copo e realmente não havia nada no copo e colocou 5 moedas novamente, a bebida estava quase transbordando e Joseph entrou em desespero, estava suando frio seu corpo tremia e seu coração estava muito acelerado, ele já havia admitido sua derrota e então o jogador percebeu isso e tomou a alma de Joseph assim vencendo o jogo e a aposta.Todos ficaram desesperados porem seguiram com as apostas, Giorno então decidiu ser o próximo porem não tinha nenhum jogo para jogar e então o jogador sugeriu que jogassem poker e Giorno aceitou e apostaram suas almas porem Giorno apostou também a alma de Bucciaratti e para a aposta do jogador se igualar a de Giorno decidiu apostar a alma de Joseph assim retornando para seu respectivo corpo e então eles prepararam a mesa para jogarem porem havia um pedaço de chocolate derretido nela e todos perguntaram por que havia um pedaço de chocolate derretido e então o jogador revelou o motivo, ele havia trapaceado usando o chocolate mas como?Na hora em que ele verificou o o copo ele botou um pedaço minusculo de chocolate na parte de baixo do copo de maneira que ele ficasse levemente inclinado juntamente com a bebida uma parte não ficou tao cheia e o jogador colocou a moeda na parte que não estava cheia e por sorte o chocolate derreteu a tempo do copo voltar para a posição normal para que Joseph colocasse as moedas e o a bebida transbordasse assim adquirindo a vitoria e alma de Joseph, porem como as regras diziam quando uma trapaça fosse descoberta apos a partida o jogador não seria penalizado pois a partida ja haveria terminado.Então eles iniciaram o jogo Giorno estava em enorme desvantagem pois o jogador havia usado truques para selecionar as melhores cartas assim ficando com uma trinca e um par porem Giorno se lembrou que se alguém admitisse a derrota mesmo que sem palavras iria perder a partida e ele usou isso a seu favor ele decidiu que não iria olhar sua mão de cartas e aumentaria a aposta e apostaria a alma de todos os membros da Passione e mais a alma de seu pai e o trono do reino de Alagaesia e disse estas palavras em um tom e expressão de confiança aparentando que já havia vencido, o jogador entrou em desespero e ficava se perguntando o que Giorno teria feito para estar tao confiante em sua vitoria?Isso somado ao desespero de perder sua alma o jogador tremia o seu corpo inteiro e começou a entrar em estado de delírio e por fim admitiu sua derrota e assim a alma de Joseph voltou para seu corpo e eles adquiriram o mapa para o próximo desafio.
                       No caminho para o próximo desafio que aparentava ser o ultimo a tripulação começou a sentir uma estranha presença embaixo do navio e então em um piscar de olhos surgiu uma criatura colossal na frente do navio na hora todos se deram conta de que aquele monstro era o leviatã das historias que haviam ouvido o responsável pelo desaparecimento de centenas de navios por sorte o piloto do navio Jonathan conseguiu desviar do monstro para que a os canhões ficassem apontados para o leviatã e por fim se livraram do monstro.A tripulação finalmente chegou ao seu destino e desta vez para recepcioná-los havia uma especie de fantasma e explicou para a tripulação que para adquirirem a passagem para o vale pelo menos um deles precisaria dar a sua própria vida para isso e então Bucciaratti por ser o líder da tripulação decidiu que iria se sacrificar pela tripulação todos não aprovaram esta ideia mas já era tarde de mais Bucciaratti havia se jogado do penhasco que havia no local e acabou vindo a falecer.Seguindo em frente, a Passione adentrou o vale, era um sonho realizado para todos os membros, porem qual era o objetivo de cada um?Todos queriam encontrar entes queridos que não haviam concluído seu objetivo de vida para os concluírem e honrar seus parentes.Sendo assim cada membro se dirigiu para uma determinada direção a procura de seus parentes e Giorno foi para a direção norte, após caminhar durante alguns minutos ele encontrou uma especie de fantasma sentado em uma pedra e resolveu ir checar pois nunca tinha visto nada parecido, e por sorte o fantasma era seu bisavô chamado Avdol Giovanna, o ultimo rei antes de Dio pois seu filho, o pai de Dio havia morrido em uma batalha contra  o reino rival.Avdol assim como Giorno não queria ser rei, sempre sonhou em ser o capitão de uma tripulação e por isso foi considerado um covarde por ter medo de ser rei, assim decidiu ser rei para não ficar conhecido como um covarde.
                        Avdol aconselhou Giorno dizendo que ele deveria seguir seu coração que se possuía um desejo ou sonho, deveria realiza-lo e então Giorno retornou para seu navio junto com os outros tripulantes e decidiram retornar para casa, ninguém havia revelado os objetivos de seus parentes, deveriam ser mantidos em segredo e ficariam sabendo apenas quando cada um completasse o seu.Chegando em Alagaesia, Giorno foi diretamente para seu castelo para se despedir de seu pai Dio explicando seu paradeiro e sua aventura, o rei impressionado com a historia que havia ouvido permitiu que seu filho se tornasse o capitão da tripulação Passione porem com a condição de que um dia se tornaria rei e Giorno aceitou as condições, e assim no dia seguinte partiu para a sua primeira missão como capitão oficial da Passione.

O SONHO - Pedro Rodrigues


No interior da Bahia, em uma cidade chamada Irecê, morava um jovem de apenas 8 anos chamado Felipe Vargas, que morava com seu pai, sua mãe e avô, o jovem tinha  apenas um objetivo, se tornar um jogador de futebol profissional, Felipe era muito dedicado e educado, já estava concluindo seus estudos dentro de casa, pois não tinha condições de entrar em um colégio, ajudava sua mãe com as tarefas de casa, ajudava seu pai com os trabalho braçal, e ainda conseguia tempo para realizar seus treinamentos na escolinha juvenil do Juazeirense, clube que ele atua desde os dez anos de idade, Felipe já sabia que de alguma forma que precisava sustentar sua família, mas foi com 6 anos que ele descobriu que o futuro da família Vargas estava em suas mãos.
o garoto chegou em casa depois de ter ido no campinho que costumava a jogar, foi direto pra cozinha, se sentou na mesa pois estava com muita fome, e então ele se deparou com sua mãe fazendo algo muito estranho, ela estava com uma caixa de leite na mão esquerda e um copo de água na mão direita, Felipe ficou sem entender, ficou analisando aquela cena, quando então tudo ficou claro e ele então compreendeu o que estava acontecendo ali, sua mãe estava misturando leite com água pra render mais, todos os dias, Felipe e sua família comiam arroz e leite, de manhã, a tarde e a noite, por dez anos, era apenas isso.
Mas por conta de Felipe passar muito tempo nas ruas de sua cidade, ele acabou fazendo muitas amizades que ajudaram o menino ao longo de sua formação, e uma delas foi o senhor José, que trabalhava em uma padaria na mesma rua do jovem sonhador, por conta de sua família ser muito pobre, Felipe precisava de alguma forma ajudar com as despesas de casa, então em uma tarde de sábado, saiu as ruas de Irecê em busca de alguém que estaria disposto a contratar o jovem, e então, perto de sua casa, avistou uma padaria, era pequena, humilde, Mas aquilo não importava para ele, ele precisava ajudar sua família até ele completar seus quinze anos, idade que ele podia começar a atuar pela base do seu clube Juazeirense, então Felipe entrou dentro daquele estabelecimento, até que avistou o dono da padaria, então o Jovem disse:
-Olá, boa tarde..meu nome é Felipe, tenho oito anos, venho em busca de uma oportunidade para trabalhar, você pode me ajudar? perguntou Felipe.
-Meu jovem, confesso que é bem complicado arrumar um emprego com sua idade, mas eu posso te dar esse emprego, até por que as coisas andam bem mal por aqui, e sozinho não consigo levar esse lugar pra frente - Respondeu José.
-Muito obrigado Senhor, prometo não desapontar, começo quando?
-Hmm, vejamos...a partir das dez horas você pode se dirigir até a padaria, você vai me ajudar no abastecimento dos estoques
-Tudo bem, mas quando recebo?
-Então, confesso que nas condições de hoje, fica complicado pra mim te dar uma quantia em dinheiro, mas posso lhe oferecer uma cesta com todo tipo de alimento, mas se a padaria ir para frente, consigo algo pra você, fechado?
-Combinado, começo amanhã!
Então Felipe voltou para sua casa todo entusiasmado, estava ansioso para contar a boa notícia para sua família, ele estava se aproximando do portão de madeira, quando começou a gritar:
-MÃE, VÔ, CONSEGUI UM EMPREGO!!!
-Filho, se acalme, oque houve? - Perguntou sua mãe
-Consegui um trabalho mãe, na padaria do José, o dinheiro não é tanto...mas ele prometeu dar uma cesta com todo tipo de alimento, vou começar amanhã!!!
-Que bom filho, estou feliz por você, boa sorte nessa nova etapa
-Obrigado mamãe, mal vejo a hora do papai chegar de viagem do trabalho e ele ficar sabendo que vou ajudar com as despesas de casa!
-Então filho, tem coisas que você não sabe e precisa saber agora, seu pai...não irá voltar para casa...
-Como assim mamãe? 
Felipe ficou sem entender, estava preocupado, não sabia o que estava acontecendo, mas ele notou a tristeza no olhar de sua mãe que algo bom não era...
-Seu pai abandonou a gente...ele estava viajando, quando no meio do caminho, encontrou uma moça, muito bem arrumada e com condições muito melhores do que a gente, e simplesmente abandonou a gente pra morar com ela em Salvador...
-Não é possível, ele não faria com a gente!
-A  gente precisa ser forte agora, se Deus quiser tudo vai dar certo, tudo vai ficar bem...
Desde então Felipe prometeu pra si mesmo que se tornaria um jogador de futebol, ele estaria disposto a cumprir essa missão a qualquer custo, então ele começou a se preparar, treinar duro, quando não estava ajudando José na padaria, estava correndo pelos campos pra melhorar sua velocidade, fazia exercícios pra melhorar sua força e resistência,  e isso se repetiu durante 6 anos, com chuva ou com sol, sem nenhum dia de descanso, a cada ano que passava, o jovem melhorava sua conduta dentro de campo, ele era muito determinado, odiava perder, e foi por causa desse pensamento, que Felipe conquistou  três títulos três em  anos, sendo dois deles um municipal e um de seu estado, sendo artilheiro trinta gols e destaque de todas as edições, com esses feitos incríveis, O menino já chamava atenção dos maiores clubes do Nordeste, como Bahia, Sport e Vitória.
Agora com seus quinze anos e com todas suas conquistas, Felipe já tem idade pra se tornar um atleta da base, então ele foi conversar com uma das pessoas que ele mais confiava e admirava, seu Avô,
-Boa tarde vô, como o senhor já sabe, completei meus quinze anos ontem, e agora já tenho idade pra me tornar um atleta de base, o técnico pediu para que eu vá hoje as dezesseis horas ao CT para assinar os papéis, Preciso de uma carona, o Senhor pode levar
Seu avô também gostava muito de Felipe e como ele é apaixonado por futebol, ele estara disposto a ajudar seu neto a qualquer custo.
-Claro meu jovem, com todo prazer, se arrume que vou dar a última olhada e já vamos...
Foi então depois de quatro horas de viagem que seu vô e Felipe chegaram ao clube, o jovem ficou impressionado, nunca tinha visto um estádio com aquela estrutura, ele estava maravilhado...
Após horas de conversa, Felipe preencheu todos os papéis e agora oficialmente ele é um jogador de futebol profissional.
O tempo se passou...os jogos foram acontecendo, e nada do Felipe fazer sua estreia, até então, ele só havia jogado amistosos e pela base do Bahia, mas naquele ano, algo estava acontecendo no campeonato, as duas equipes, Bahia e Vitória, que formam a maior rivalidade do Nordeste, estavam empatados em pontos, e quando isso acontece, é obrigatório que aconteça dois jogos para decidir quem vai erguer a taça no final do ano, o primeiro jogo já havia acontecido, o placar foi dois a dois, oque deixaria a final mais emocionante ainda, pelo fato de tudo ser decidido na última partida.
Felipe estava na sua casa com sua mãe, pois não tinha sido relacionado pro jogo, seu avô não estava no dia, por que precisava concluir seus tratamentos no hospital, tudo estava quando de repente ele recebe uma ligação de seu técnico, ele ficou sabendo que o atacante principal do time havia se machucado, e que ele era a segunda opção do treinador, Felipe então saiu correndo para seu quarto, pegou seu celular e chuteira, e saiu correndo para a parada de ônibus mais próxima, e se foi para o clube, sua equipe chegou no estádio rival, todo mundo estava bem vestido, com um bom terno e um bom sapato, com exceção de Felipe, que estava todo largado, pelo fato de estar em casa.
Os jogadores já estavam no vestiário, todos concentrados, incluindo Felipe, ele estava terminando de se vestir quando seu celular começa a tocar, era seu avô...
-Olá meu jovem, estava assistindo a televisão e te reconheci, oque está acontecendo?
- Oi vô, fui chamado de ultima hora pelo técnico, não sei se vou jogar, mas por favor, não sai da frente da frente da televisão!!!
-tudo bem Felipe, eu te prometo, só tenho um pedido pra você, cuide da minha filha tá? ela precisará de toda sua ajuda!
-Claro vô, mas por que está me pedindo isso?
-Não importa? pode fazer isso pra mim?
-Sim...
Felipe ficou com aquilo na cabeça, mas isso não importa agora, ele precisa estar concentrado no jogo, essa pode ser sua ultima chance de se consagrar titular absoluto no time.
quarenta e cinco do segundo tempo, o time adversário está ganhando por um gol de diferença, más algo incrível acontece, o professor chama Felipe pra jogar, ele tem 5 minutos pra provar pra que todos aqueles que duvidaram dele, estavam completamente enganados...
 O jogo terminou... e foi simplesmente INCRÍVEL, depois de tanto treinamento, dedicação e doação, seu time saiu com a tão sonhada taça, Felipe conseguiu marcar dois gols, crava por definitivo, sua vaga no time principal.
Felipe estava com toda moral, aquele ano foi fantástico pra sua carreira, agora, era só festejar com seus companheiros de equipe, mas, infelizmente, Felipe recebe uma ligação que mudou completamente o clima daquela noite, era o doutor, ele estava responsável por todo tratamento de seu avô, sua situação era gravíssima, e ele não conseguiu resistir após o término da cirurgia, e veio a falecer.
Felipe ficou arrasado, não parava de chorar, e então ele entendeu o propósito daquela ligação de seu avô, agora ele tem uma missão, recuperar todas suas forças, e com sua mãe, avançar uma nova etapa de sua vida, como titular do Bahia e o centro das atenções, sua tarefa não será fácil, mas com o apoio de sua mãe, tudo será possível.




Começo do melhor do mundo

   Era uma vez um garoto chamado Lionel Messi, a familía dele não passava fome, mas também era dificil dos pais sustentar, pois eles eram uma familia grande com três meninos e uma menina. E eles tinham muito trabalho para cuidar do garoto Lionel porque ele era muito ativo e agitado, e desde pequeno era uma criança muito competitiva,e na escola apesar de ser um garoto iperativo tirava notas boas e também era amigos de todos e nas horas livres no que ele mais gostava era jogar futebol com os amigos, e quando ele tinha apenas 5 anos sua família começou a perceber a habilidade dele, inclusive sua vó que levava para jogar.
  E ainda quando ele tinha 5 anos,a poucas quadras de sua casa, um clube chamado Grandolia, pois um certo dia estava faltando um garoto para seu time, mas Lionel ainda era muito pequeno e por isso foi impedido de entrar para jogar, mas quando finalmente deixaram ele entrar,todos ficaram espantados,como um garotinho tão pequeno podia ser tão genial assim?porém nesse período a pessoa que mais ajudou, sua vó infelizmente faleceu. 
  E o tempo se passou e aos 6 anos ele foi para o Newell's old Boys,e quando chegou novamente causou muito espanto, os treinadores diziam "ele incrível com a idade dele e tamanho oque ela faz com a bola é coisa de craque, já nasce assim " O pequeno Messi liderou umas das melhores equipes da história da categoria juvenil do Newell's old Boys,e aquela equipe foi apelidada máquina é claro que o melhor era pequeno e habilidoso messi.
  Porém nem tudo foi flores, o tempo foi passando e os pais de Leo começaram a perceber  que ele não estava crescendo como os demais garotos de sua idade,sua altura mostrava que algo no seu corpo estava errado, aos 9 anos sua Família e o Newell que estávam preocupados decidiram levarem ele a um especialista, os médicos descobriram uns problemas nós hormônios e ele tinha que fazer um tratamento, porém esse tratamento o pequeno Lionel Messi tinha que tomar 2 ingeçoes por dia nas duas pernas por alguns anos, além de ser um tratamento muito doloroso era também extremamente caro, cerca de 900 dólares por mês,algo que seus pais não tinham condições de pagar.No início uma fundação chamada Acindar ajudou a pagar o tratamento,e aos 11 ele começou esse tratamento doloros, porém quando o Messi tinha 13 a fundação não ia mais conseguir ajudar a pagar esse tratamento e de nenhuma forma esse tratamento não podia ser interrompido.
 Assim a família recorreu para o clube Newell' old Boys, o clube disse que iria pagar, no princípio clube pagava mas depois de alguns meses o dinheiro não estava mais caindo na conta, isso fez a família não ter outra opção de tira-lo do time é procurar outra opção e o Newell deixou simplesmente o Lionel Messi ir embora.
  Então Messi e sua família procuraram o River plate, ele fez uma peneira no clube e ficou 6 dias por lá, apesar de eles acharem o garoto um gênio o clube não quis pagar 900 dólares porque era um risco muito grande, nesse momento difícil um familiar que morava na Espanha conseguiu um teste no Barça para messi, e lá no Barcelona o jevensinho Messi impressionou a todos,mas quando o clube soube que tinha que pagar um tratamento as coisas ficaram em aberto,meses depois de muita conversa os dirigentes decidiram ajudar e naquela época o clube passava por crise, e em um restaurante o dirigente começou a escrever em um guardanapo que ajudaria a pagar o tratamento e todo suporte para viver é desenvolver seu futebol em Barcelona e ali foi seu primeiro contrato assinado em um guardanapo.
  E com seu pai Messi deixou a Argentina já na sua primeira temporada foi difícil se adaptar e sofreu uma lesão que deixou resto da temporada fora, finalmente com 14 anos ele completou seu tratamento e apartir daí Messi deslanchou na base tinha uma média de gol impressionante e com apenas 16 anos Messi foi convocado para o time principal em um amistoso  mas 17 ele se firmou fazendo gols e muito mais na sua bela carreira.

Namoro de Internet


      A mais ou menos uns oito anos, eu conheci um garoto em uma rede social, mais especificamente uma rede social de relacionamento. Em pouco tempo ele se tornou uma das pessoas mais especiais para mim, a gente conversava todo dia a todo estante. Ele morava em João Pessoa e eu em Recife, são umas duas horas de viagem, era muito difícil da gente se ver, mas quando a gente se via era as melhores horas da minha vida, ele fazia eu me sentir tão bem, fazia me sentir a garota mais especial do mundo.
      Depois de um tempo já conversando, ele decidiu que não tinha nada a perder em João Pessoa e começou a procurar algum serviço em sua área aqui em Recife. Nossas famílias foram totalmente contra, falaram que era "namoro de internet", que a gente não se conhecia direito e que era tudo uma ilusão. Já empregado aqui na cidade, alugamos uma casa, linda, com tudo que a gente precisava, tinha uma piscina enorme e uma área muito aconchegante.
        Eu era totalmente apaixonada por ele e o nosso relacionamento era perfeito, nunca brigamos, tudo se resolvia na base da conversa e foi assim por um bom tempo. Até que as coisas começaram a desandar, ele foi demitido e eu estava cheia de trabalho no trimestre final da faculdade, isso gerou uma turbulência em nosso relacionamento. Me formei na faculdade e ele arranjou em emprego melhor e novas conquistas vieram em nossas vidas, tudo voltava a ser como era.
      Adotamos dois cachorrinhos, colocamos os nomes de Slink e Kiara, sempre foram nossos filhos. Uns três anos depois, com a vida já estabilizada começamos a pensar em filhos, em seguida descobrimos que eu estava grávida e que era uma menininha, nós dois amávamos o nome, Ayla, que significa luz da lua, um significado lindo.
      Nossa filha nasceu saudável e muito linda. Esperamos ela completar dois anos e se casamos na igreja, ela levou as alianças até ao altar, meia sem jeito, mas foi a coisa mais fofa que eu já vi.
     Um tempo depois do nosso casamento, meu marido começou a sentir fortes dores de cabeça e sua visão estava turva, fomos no oculista mas nada resolvia, decidimos ir ao medido, o doutor já estava desconfiado de algo pior mas não falou nada até ter certeza. Nós dois estávamos tranquilos, nunca imaginamos aquilo acontecendo com a gente. O resultado do exame saiu e alegou tumor cerebral maligno em estado terminal, o doutor disse que não tinha mais o que fazer, ficamos desesperados, sem chão.
      O que eu mais temia aconteceu, meu marido faleceu seis meses depois do diagnostico. Toda aquela situação me deixou super mal, eu tinha uma filha pequena para cuidar, se com os dois já era difícil imagina sozinha, eu sentia que não ia dar conta de tudo aquilo, eu perdi uma das pessoas que eu mais amava, entrei em depressão, me cuidei fazendo terapia. Já um pouco melhor, decidi mudar de casa com Ayla e nossos dois cachorros, eu tinha que ficar bem para poder cuidar de nossa filha. Um ano se passou, ainda muito recentre, sinto uma saudade enorme dele, Ayla sempre pergunta de seu pai, é complicado explicar para ela, mas eu vou tentando aos poucos, tirando isso ta tudo bem, tenho certeza que por ser um pai e marido maravilho ele esta em um lugar melhor.


   

   
     

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

O sonho


Eu sempre achei que passar em medicina ou passar em vestibulares concorridos era coisa para pessoas “nerds”, aquelas pessoas que nasceram estudando, parece que nasceram com os livros na mão e só faziam isso da vida, então era essa a ideia que eu tinha, que só alcançava esses resultados pessoas com esse estereótipo.
Quando eu comecei a minha jornada em busca daquilo que eu queria fazer, ser aprovada em medicina, eu comecei a ir atrás dos meus sonhos, inicialmente eu não acreditava, como eu falei, achava que era coisa para outras pessoas, pessoas excepcionais, gênios, nunca pra mim.
Falei que ia fazer as provas pra ver como eram. Eu vim de uma escola pública, então eu não estava inserida naquela estrutura escolar tradicional, em que eles incentivam você porque as provas são concorridas. A gente estudava pra passar de ano, e não era difícil passar, não tinha ideia desse mundo diferenciado dos estudos.
A primeira prova que eu fiz, não acertei quase nada, fiquei muito longe de passar, aí que eu comecei a ter a ideia do esforço que ia ser necessário pra eu chegar naquele nível, foi aí que eu comecei a me preparar, mas eu ainda não estava 100%  preparada pra aquilo, achei que era só estudar um pouco mais focada que ia dar.
Fiz uma segunda prova, passei longe de novo, eu achava que não ía mais dar certo, era algo muito difícil, essas coisas eram só pra essas pessoas excepcionais mesmo.
Mas algo em mim sempre falava pra eu continuar, eu fui indo, fui me aprimorando, comecei a fazer cursinho e lá eu tive acesso a um pouco mais do mundo dos vestibulares, que ao meu redor eu estava cercado das pessoas que já vinham de escolas particulares, já tinham o hábito de estudar. Assim eu comecei a ver o esforço que eu teria que fazer, fui me preparando e me aprimorando cada vez mais.
Saí de casa e apesar de estar estudando melhor, tive um choque muito grande por ter saído, comecei a ficar triste e deprimida demais, no final do ano quando chegou as provas, eu nem queria mais nada, não tinha mais ânimo nenhum, lembro que na prova principal eu acertei 94 questões, e com essa pontuação eu passava em qualquer curso, exceto medicina, eu precisava de mais ou menos uns 110 acertos.
Parei o cursinho, não tinha muitas condições financeiras, eu já tinha uma base sobre como estudar, voltei pra casa, usei o mesmo material do cursinho que eu tinha.
Voltei a estudar, estudei focada, dividia o meu estudo em blocos de tempo, eu tinha que fazer uns 16 a 18 acertos a mais do que eu tinha feito na última prova pra eu ser aprovada. Estudei muito, sem descanso e nem folga, acordava cedo, fazia um café e começava a estudar, parava ao meio dia, almoçava e depois voltava pros cadernos e livros.
Chegou o final do ano e eu fui fazer a prova, fui confiante demais, iria dar certo, era aquilo que eu queria, meu sonho, acertei 112 questões, passei em medicina.

      A mais ou menos uns cinco anos, eu conheci um garoto em uma rede social, mais especificamente uma rede social de relacionamento. Em pouco tempo ele se tornou uma das pessoas mais especiais para mim, a gente conversava todo dia a todo estante. Ele morava em João Pessoa e eu em Recife, são umas duas horas de viagem, era muito difícil da gente se ver, mas quando a gente se via era as melhores horas da minha vida, ele me fazia sentir tão bem, fazia me sentir a garota mais especial do mundo.
      Depois de um tempo já conversando, ele decidiu que não tinha nada a perder em João Pessoa e começou a procurar alguém serviço em sua área aqui em Recife. Nossas famílias foram totalmente conta, falaram que era namoro de internet, que a gente não se conhecia direito e que era tudo uma ilusão. Já empregado aqui na cidade, alugamos uma casa, linda, com tudo que a gente precisava, tinha uma piscina enorme e uma área muito aconchegante.
      Tudo saia como em meus sonhos, era tudo perfeito. Adotamos dois cachorrinhos, colocamos os nomes de Slink e Kiara, sempre foram nossos filhos, até que depois de uns dez meses morando junto recebemos a notícia mais feliz de nossas vidas, eu estava grávida de 4 semanas, ficamos mega felizes, contamos primeiro para minha família, logo em seguida viajamos para João Pessoa para contar à família dele, todos amaram a notícia do novo membro da família. No quarto mês de gestação, descobrimos que iríamos ter uma menina, a nossa princesinha. Fizemos todo o enxoval. Tudo preparado para a chegada de Ayla.
       9 meses depois, dia do nascimento da nossa filha, tudo perfeito, nasceu uma menina muito linda e com uma saúde perfeita
   
     

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

O Assassinato De Olivia Clark - Capitulo 2



      2° capítulo - Os suspeitos
  As quatro detetives estavam na Delegacia Municipal De Porto Alegre, analisando os fatos do assassinato de Olivia. Enquanto analisavam, Alexia pegou o pendrive e colocou no computador. Então, surpresa, a detetive Larissa  perguntou:

- O que está fazendo, Alexia?

 Alexia respondeu:

- Precisamos analisar bem o acontecido.

      Após introduzirem o pendrive no computador, Agatha chega com sua moto e juntas dão início  a pesquisa. Depois de algumas horas de trabalho, elas conseguiram restaurar o trecho corrompido, então descobriram que nessa parte do vídeo o assassino aparecia,  e dava para ver brevemente algum tipo de mancha em seu pulso. Marina ao visualizar aquilo, lembra que quando entrevistou as testemunhas, o padrasto e o namorado de Olívia, tinham uma tatuagem similar a da filmagem. Então Marina falou:

- Esses são os nossos principais suspeitos do assassinato, não podemos deixar nada escapar. Vamos interrogar o Sr. Jayson primeiro e depois o Sr. Maicon!

    O primeiro a chegar na delegacia foi o Maicon, logo em seguida chegou Jayson. Ambos sentaram em uma sala, esperando ser interrogados. Durante o tempo de espera, o padrasto de Olivía estava olhando torto para Maicon, aparentando estar bem nervoso. Após alguns minutos, Jayson é chamado para ser interrogado, senta na cadeira e espera alguém falar algo. Alexia pergunta:

- Onde você estava no momento do assassinato? - Pressionando no momento todo da pergunta.

- Eu estava no mercado, tive que comprar algo para minha querida Olívia comer.

   Após essa resposta, Larissa percebe que Jayson estava sempre com um olhar malicioso para Agatha, então a mesma pergunta:

- Como assim? No ''mercado''? As 02:30 da madrugada? - Pergunta em um tom de ironia.

- Sim, ahn... no... no mercado na esquina da minha casa. Ele é um mercadinho 24h - Jayson diz em um tom inquietante.

  Durante o interrogatório, Alexia anota tudo o que o padrasto diz.

- É só isso, pode aguardar ali fora, ainda temos que interrogar Maicon. Diga que ele já pode entrar. - Diz Larissa.

   Maicon entra na sala, senta e aguarda uma pergunta. Alexia no mesmo momento pergunta:

- O  que você estava fazendo no momento do assassinato de Olívia?

- Eu estava em casa, dormindo. O que mais eu poderia estar fazendo? Sou um estudante ocupado e cansado. - Responde Maicon, enquanto ria.

   Larissa responde com raiva a pergunta de maicon:

- Nós fazemos as perguntas aqui. Me diga você, o que você poderia estar realmente fazendo? Talvez assassinando sua própria namorada!

- Já te disse, eu estava dormindo na minha casa. Não fui claro? - Responde Maicon em um tom de raiva.

  Marina depois de ficar todo o tempo calada, começa a gritar com Maicon:

- Fique quieto! Larissa já disse que aqui nós fazemos as perguntas.

   Maicon com um olhar triste sussurra baixinho:

- Eu já disse milhões de vezes, nunca teria coragem de assassinar Olívia. Eu amava ela de mais.

- Você à amava tanto, que sempre estava brigando com ela, por conta do seu ciumes exagerado! - Disse Alexia em um tom de raiva.

  Maicon começa a chorar e diz:

- Olívia sempre me provocava, ficava na volta daqueles garotos ridículos! Eu acabava perdendo a cabeça. Estava mais que na cara que o melhor para ela, seria ficar comigo. Mas agora que eu me lembro, não era apenas que brigava com ela, tinha dias que ela aparecia com muitas marcas pelo corpo devido as brigas que ela se metia frequentemente.

   Após Maicon terminar de falar, Larissa chama Jayson para finalizar o interrogatório.

- Quero que vocês levantem um pouco a manga das camisetas, para que eu possa ver o que vocês tem tatuado no pulso. -Diz Alexia em tom auto e claro.

   Jayson começa a agir de forma estranha e pergunta:

- Ahn... Por... Por que devemos fazer isso!?

- E algo confidencial precisamos apenas ver seus pulsos, mas não precisa se preocupar, à menos que você tenha feito algo... -Diz Alexia desconfiada olhando para Jayson.

   Jayson e Maicon mostram as marcas. Maicon tem uma tatuagem no pulso e Jayson tem uma marca de nascença no mesmo local.

   Mariana pega a câmera da delegacia e tira foto dos pulsos e logo em seguida, depois das fotos, as detetives os liberam. 

  Enquanto Larissa e Alexia vão ao mercadinho, Agatha e Mariana ficam na delegacia analisando as fotos. Chegando no marcadinho as detetives mostram os distintivos para o balconista e pedem para ver as câmeras de segurança, ao olharem as câmeras elas percebem que a algo de errado com o álibi do padrasto pois ele não aparece nas filmagens. Elas haviam levado uma foto do padrasto, então resolvem mostrar para o balconista:

- Por um acaso o senhor não viu este rapaz por aqui na madrugada do dia vinte e quatro?- Perguntou Alexia.

-Não me lembro muito bem, mas acho que não pois esse rosto não me é familiar.- Respondeu o balconista.

-Obrigada, agradecemos a sua colaboração.-Diz Larissa.

{Leia o terceiro capítulo no blog da luisa espero que tenham se envolvido}

O som metálico

    Ela estava estática, chocada com o que tinha acontecido, seria possível tudo aquilo acontecer de novo? Será que ele estava de volta? Está buscando por ela?
– Preciso ir embora, disse Katie pegando o máximo de coisas possíveis e colocando dentro de sua mochila laranja, que tinha desde quando todo o desastre aconteceu.
– Se ele conseguiu chegar até aqui é por que ele sabe de alguma coisa. Eu não quero que 2004 volte, por favor que eu esteja sonhando. 
Depois de arrumar suas coisas, esperou até que não ouvisse mais aquela maldita voz metálica que assombrou a vida dela toda, tudo se acalmou depois de uns cinco minutos, ele parecia não ter achado o que queria.
Caminhando para os fundos da casa, Katie ouviu um barulho,semelhante a um choro, mas não era bem isso, e achou em meio aos escombros da casa onde tinha passado seus últimos anos, um pequeno bebê, ele era diferente dos outros, pois ele não chorava, – curioso não? – , ele apenas soluçava, parecia que já havia aprendido que era melhor não chorar.
–  Só o que me faltava, será que levo esse pequeno comigo? Não vai ser muito perigoso?
Mas algo dizia que tinha que levar o bebê, talvez sua consciência? Afinal, ele morreria de fome se ficasse sozinho, e olhando para o rostinho assustado dele e tomou a sua decisão.
–  Ok, você venceu, você virá comigo, mas tu tem que se comportar.
Obviamente ele não respondeu, por quê será? Acho que quando se passa muito tempo sozinha, falar com um bebê e esperar uma resposta é normal. Katie pegou a sua mochila com uma das mãos e o bebê com a outra, e deu um jeito de arrumar mais comida.
2004, 16 de março
Katie tinha seis anos estava em casa com seus pais, eles moravam numa casinha simples em Wichita, os pais de Katie a muito tempo estavam estranhos, com medo, receio, qualquer barulhinho era motivo para um alvoroço, eles ensinaram a ela coisas que crianças comuns não tinham conhecimento, tipo, armazenar comida, fazer fogo, curar cortes, e principalmente a fazer o menor barulho possível em qualquer ocasião.
No dia dezesseis por volta de umas dezenove horas da noite ouviram uma batida na porta, essa batida se repetiu três vezes cada vez mais forte, eles estavam reunidos na sala de jantar comendo, conversando, porém, muito baixo. O pai de Katie, sr. Sthepen Farr foi atender a porta, inquieto, afinal, eles estavam no meio do jantar, ao abri-la se deparou com o agente do governo David Lee.
– Boa noite senhor Farr, desculpe o incômodo mas o nosso governante exige vê-lo imediatamente, e eu fui mandado para levá-lo até a prefeitura. Portanto pegue seu casaco e vamos, não tenho ideia de que horário senhor poderá voltar para casa.
– Claro senhor, permita-me me despedir de minha esposa, e da minha filha.
– Claro mais seja breve.
2012
A anos Katie sonhava em sair do esconderijo, ela imaginava como era lá fora, sentia felicidade imensa ao lembrar das vezes que saia para brincar no parque, e sentir a brisa suave em seu rosto. E finalmente chegara o dia de ela sair daquele lugar, que por muitos anos fora seu abrigo. Quando finalmente ela saiu, ela ficou chocada, as coisas ao redor de Katie estavam destruídas, prédios demolidos, fumaça por todos os lados, árvores queimadas, o parquinho que ela tanto brincava, estava destruído, e parecia que todas as lembranças boas que ela tinha naquele lugar tinham ido por água abaixo, junto com as lágrimas que escorriam pelo seu rosto. Tudo que ela imaginava, que ela lembrava, estava queimado, e assim ela ia seguir o seu caminho, sem lembranças, para um lugar que nem ela conhecia, só ela e o bebê que ela achara, cujo nome ela desconhecia.
2004
Depois que Sr. Sthepen saiu de casa, passaram-se os meses e ele não voltava, Katie ficava indignada, papai tinha saído como sempre saia e até agora ele não tinha voltado. A cada batida na porta Katie perguntava:
– Mãe! Era o papai? Ele voltou, ele já pode voltar pra casa? Acabou o serviço dele?
Sra. Mary ficava cada vez mais triste em ter que mentir para sua filha a respeito do seu pai.
– Filha papai teve que viajar por causa do trabalho, logo logo ele voltará.
– Mas esta demorando muito.
– Eu sei filha, mas quando papai voltar nós vamos poder ir ao parque e viver normalmente. Agora Katie vai deitar, está ficando tarde e amanhã pela manhã sua professora particular vai passar aqui em casa. Aproveite a chuva lá fora, para dormir com o barulho tranquilizador da chuva.
Katie foi para o seu quarto, com sua mãe logo atrás.
– Mãe, amanhã nós vamos poder sair de casa?
– Infelizmente querida, eu não posso te garantir isso. Boa noite Katie.
– Boa noite mãe, tomara que o papai volte logo.
– É tomara, meu bem. Se precisar de alguma coisa me chama filha. – disse Mary, engolindo o choro, ela sabia que não podia demonstrar medo perante a filha, afinal ela não saberia como explicar a pequena Katie o que estava acontecendo.
Mary saiu do quarto, depois de se certificar que Katie estava dormindo, desabou em choro, e foi em direção a sala de estar, para não acordar a filha. Chegando na sala, ela se depara com a figura de um homem, sentado no sofá, tranquilo como se a casa fosse do próprio homem. Como a casa estava escura Mary supôs que era um ladrão,ela estava prestes a gritar, mas algo soou muito familiar naquela figura, parecia que Mary já conhecia aquela sombra.
– Olá Mary.
2012
Estava chovendo, e a chuva apagava o fogo das coisas ao redor de Katie. Cada vez mais forte, a chuva começou a prejudicar a visão de Katie, causando desconforto e raiva na pobre menina, que agora, estava apenas com uma mochila, um bebê, que ainda não tinha dado nome, uma barriga faminta, e roupas extremamente molhadas.
– Ahh, preciso achar um lugar para ficar logo, essa tempestade parece que vai piorar, e de preferência um lugar que tenha comida, eu estou faminta!
E nesse momento – cena de filme eu sei – Katie se deparou com um supermercado, abandonado.
– Acho que o cara lá em cima ta afim de me ajudar, eu acho. – Katie disse indo em direção ao mercado que parecia ter saído de um filme de um filme de terror.
2004
E a figura se revelou para Mary, era Sthepen, seu marido, ele havia voltado finalmente! Mas ele não era mais o mesmo, ele estava estranho, machucado, com uma expressão triste.
– Sthepen! Você está aqui, o que aconteceu? Porque ficou tanto tempo fora, tu está muito diferente.
– Não tenho tempo minha querida, eles estão vindo, e eu preciso ir, prezo pela segurança de vocês, eles não podem descobrir que eu estive aqui, passei aqui só para dizer que eu te amo e dar um beijo na nossa pequena. – Sthepen disse isso se dirigindo para o quarto de Katie.
Porém ao chegar no quarto ele se depara com Katie sentada na cama.
– Papai! Você voltou, eu não acredito! Senti tanto a sua falta!
Nesse momento Sthepen gelou, ele não estava esperando por aquele encontro, ele queria que Katie estivesse dormindo, para não ter que explicar para sua filha o motivo da sua ausência.
– Filhinha! Papai sentiu muita saudade! Mas o que tu está fazendo acordada a essa hora?
– Eu tive um pesadelo, sonhei que você nunca voltava para casa, sonhei que tu ia embora para sempre! – Sthepen e Mary se entre olharam, nenhum dos dois estavam preparados para responder aquilo.
– Bom filha, o papai está aqui, pode voltar a dormir viu, não precisa se preocupar.
– Mas pai, eu não quero dormir, quero ficar com você! – gritou Katie se jogando no colo de Sthepen.
Mary e Sthepen não resistiram a filha e ficaram no quarto com ela até a pequena adormecer. Porém de madrugada, ouviu-se um barulho estrondoso na porta da casa, como se alguém estivesse tentando derrubar a porta da casa. Em pânico Sthepen falou para sua esposa:
– Rápido! Vá para o quarto de Katie e não saia de lá até eu mandar!
– Mas…
– Vai logo!
2012
– Estamos seguros aqui, pelo menos por enquanto, e você pequeno? Qual será o seu nome? É óbvio que tu não vai me responder né, bom eu acho que vou te chamar de Michel, em homenagem ao menininho que conheci lá no esconderijo, ele trazia alegria para todo mundo que estava lá, por mais que fosse um dia difícil ele tentava animar o pessoal. E você… Parece muito com ele, por mais que 8 anos mais novo, você me traz lembranças dele… Infelizmente um dia ele saiu do esconderijo, junto com seu pai e ele não voltou mais, ainda tenho esperança que ele esteja bem, espero que ele tenha encontrado um lugar melhor para ficar. Enfim, a chuva passou, temos que seguir o caminho, uma hora nós vamos encontrar um bom lugar para ficar, eu espero.
Katie caminhou durante quatro dias e chegou a uma cidade que não tinha sido atacada pelos “robôs”, era um vilarejo, bem tranquilo, a maioria do pessoal era mais velho, não tinha muita tecnologia, era um bom lugar para recomeçar, iniciar uma família, apenas Katie e o pequeno Michel, os dois que a alguns anos não tinham momentos de paz, encontraram o local ideal para ficarem sossegados. De repente, enquanto  se aproximavam do vilarejo, Katie ouve uma voz familiar, era de alguém novo.
– Essa voz não me é estranha...
– Katie! Katie é você? – disse a voz se aproximando dela.
Quanto mais a figura chegava perto, mais familiar parecia. E então Katie finalmente descobriu quem era.
– Michel! É você! Você está vivo! Eu nem acredito! Pensei que nunca mais te veria, tu me deixou preocupada mocinho. – disse Katie indo em direção ao menino que estava radiante de alegria.
– Katie, você precisa conhecer o pessoal, eles são fantásticos, e me ajudaram muito, talvez eles possam te ajudar também!
Michel apresentou todo o vilarejo para Katie, e um estranho fato que tinha acontecido, Michel não tinha notado a presença do bebê no colo de Katie em momento algum, apenas quando os dois pararam para beber água Michel notou a presença daquele serzinho, tão pequeno que cabia em suas mãos.
– Katie, quem é o bebê?
– Esse é Michel, como você, inclusive, esse é o nome dele em sua homenagem, ele estava perdido, e eu o encontrei, e até agora ele era a minha companhia.
– Mas, e você? Michel, como tem ficado? E seu pai? Não vi ele por aqui.
– Katie… Meu pai… O George, ele… ele… infelizmente não está mais aqui, ele se sacrificou para eu sair do esconderijo. – os olhos de Michel se encheram de lágrimas.
2004
Katie acordou novamente, só que desta vez, por causa das batidas da porta, as batidas ficaram cada vez mais fortes, até que de repente ela ouve o grito de Sthepen, seu pai.
– Deixem elas fora disso! Eu já estou saindo, mas não toquem um dedo nelas! – de repente as batidas pararam e uma voz grita lá de fora também.
– Apenas se você vier com a gente sem pestanejar, iremos deixar elas em paz, caso o contrário, elas verão. – essa voz não era comum, era uma voz, metálica, grossa, não era humana, de maneira nenhuma, aquela voz era tudo, menos humana.
Naquele momento, Mary entrou no quarto de Katie, desesperada.
– Mamãe o que é isso? Quem está batendo na porta?
– Calma filha, vai ficar tudo bem, papai vai cuidar disso. – ouviu-se um estrondo vindo da sala, seguido de uma fala alta, quase aos gritos
– Tarde demais sr. Farr, estamos todos aqui, nos pouparia tantos esforços se tivesse ficado no seu laboratório, mas você tinha que ser teimoso e vir até aqui, e para que? Para morrer na frente da família. – a porta é derrubada, um som metálico ensurdecedor começa, a única coisa que se ouve em meio a aquele barulho é o grito de Sthepen, um grito horrível, era como uma alma do inferno implorando perdão.
Dentro do quarto de Katie, estavam mãe e filha dentro do armário, quando ouviram esse grito Mary se desesperou e disse para Katie
– Filha, a mamãe vai falar com o papai, e você não sai daqui, não sai daqui.
– Mas mãe…
– Shhhhh, silêncio, eu já volto
Ao abrir a porta do quarto Mary viu tudo, o sangue, o marido jogado num canto como lixo, e aquilo, aquela coisa, perturbadora, com olhos vermelhos que enxergavam sua alma, e que mesmo não sendo culpada de nada, fazia Mary sentir-se culpada. Os olhos se aproximavam dela, e quando se deu conta, lá estava a figura preparada para atacar Mary, o mesmo acontecera com ela, o grito havia voltado, o sangue, e tudo mais.
Após tudo isso a máquina havia pegado os corpos e levado embora, mas o robô não foi para o quarto de Katie, talvez não tivesse coragem de encarar o rosto de uma criança que tinha acabado de ficar órfã. Katie finalmente saiu do quarto, tudo estava como antes, mas diferente, papai e mamãe haviam sumido, e havia um policial na porta, ele ficou surpreso em ver a pequena garotinha.
– Hey pequena! Tudo bem? Temos um lugar para te deixar, você nunca mais vai passar por isso, pessoas vão cuidar de você. – Katie parecia triste e isso incomodava o policial
– Ei garotinha, calma, tudo vai ficar bem ok?  Eu estou aqui, e vou te ajudar a superar, vamos passar por isso juntos.
Aquela fala marcou Katie… Para sempre.
2012
Bom Michel, calma tudo vai ficar bem ok? Eu estou aqui, e vou te ajudar a superar, vamos passar por isso juntos.