sábado, 12 de outubro de 2019
O assassinato de Olivia Clark {Capitulo 1}
1º Capitulo - As Testemunhas
Quatro detetives, a mais velha se chama Larissa, 30 anos, loira e muito braba, a segunda detetive se chama Mariana, 29 anos, muito observadora e sempre sincera, a terceira se chama Alexia, 27 anos e muito inteligente, ótima com computadores e faz as mais rápidas anotações já vistas, e por fim, a Agatha, 28 anos, uma mulher que esconde seus maiores segredos e com um olhar inquietante.
Somos amigas desde o tempo do colegial, ser detetives era nosso maior sonho, portanto, nos formamos juntas e hoje adquirimos esse sonho no melhor departamento da região. Tudo ocorria perfeitamente bem, até que caiu um caso terrível em nossas mãos...
Tivemos a notícia de que uma jovem de 16 anos havia sido assassinada, porém, não existiam pistas conclusivas do caso. Para ajudar, algumas pessoas iam dar depoimentos.
Tudo que se apresenta na ficha do assassinato são:
Local: Casa de Cultura Mario Quintana, Porto alegre RS.
Data: 24 de outubro de 2015.
Vitima: Olivia Clark.
Idade da vitima: 16
Testemunhas: Mãe da Olivia (Jeniffer Clark, 47 anos), seu Padrasto (Jayson Pattson, 41 anos), seu Irmão (Leonardo Clark, 13 anos), o Namorado (Maicon Boyce, 17 anos), o Segurança (Gullever star, 32 anos) e a Melhor amiga (Diulia, 16 anos).
Fomos até a cena do crime para procurar pistas, e no meio disso tudo encontramos a Olivia com marcas de faca pelo corpo. Analisamos a casa e não encontramos mais nada. Começamos a interrogar as testemunhas. Primeiro foi a mãe da vítima, Jeniffer, que estava completamente abalada disse:
- A culpa foi de Maicon, aquele desgraçado, tinha muito ciúmes da minha querida Olivia.
Foi ai que no mesmo tempo a detetive Marina disse:
- Como assim? Quem é Maicon? - Completou a detetive, enquanto olhava para Jeniffer com uma espécie de olhar vidrante.
- Maicon, o ex namorado de Olivia. Eles terminaram recentemente e acho que talvez ele tenha feito isso, até porque ele parecia estar com raiva - Disse a mãe.
- Detetive Larissa, chame esse tal namorado - disse Marina com um ar de grande dúvida.
Larissa ligou para ele avisando que ele deveria comparecer a casa da Olivia. Maicon veio rapidamente até o local, sem intender, ele pergunta:
- O que aconteceu?
- Olivia foi assassinada está terça-feira. - Disse Jayson com uma cara de tristeza.
Maicon é interrogado pela detetive Alexia, ele falava o motivo do término e com muita firmeza diz nunca teria coragem de matar alguém, ainda mais Olivia, a menina que ele tanto repetia amar. Jeniffer acha que é mentira, pois, não confia nesse namorado, ela comentou que ele já fez Olivia sofrer muito e que sempre brigavam.
A próxima testemunha é Jayson, o padrasto de Olivia. Ele entra na sala chorando, se senta em um sofá que tinha ali, e começa a falar:
- Olivia era uma menina doce, carinhosa e que não fazia mal nem para uma formiga. Não imagino um motivo para alguém fazer isto com ela. Sempre fui muito atencioso. E mesmo sendo apenas o padrasto, ela era como uma filha de sangue para mim, eu a amava muito. Agora o que eu mais quero é que descubram quem fez isso e botem esse assassino atrás das grades.
Até ai tudo bem, detetive Alexia estava anotando tudo muito severamente. Então Larissa leu em voz alta uma frase que lhe chamou a atenção no depoimento de Jayson:
- " Botem ele atrás das grades."- olhando para Jayson, ela continua a sua fala.- Ele? Em nenhum momento falamos o sexo do assassino ou assassina. Anote isso Alexia.
Jayson se levantou após as perguntas terminarem, e voltou para sala em que todos estavam abalados. O próximo a ser interrogado foi o segurança do local do assassinato, o senhor Gullever. Chamamos, ele parecia inquieto, quando fizemos a a mesma pergunta feita para todos, ele disse:
- No momento em que ouvi ela gritar, sai correndo para ver o que tinha acontecido. Ela estava caída no chão, com marcar de facas sobre todo o seu corpo, eu olhei para trás e vi alguém correndo de preto, pensei em correr para ver quem era, mas eu não podia deixar a pobre menina sozinha. Liguei para a emergência. Quando a SAMU chegou, ela já estava gelada e morta, eu tentei rever todas as câmeras de segurança do local em que ficamos, mas a filmagem das 2:34 estava com alguns borrões, então a filmagem voltou ao normal as 2:45. Não sou tão bom com a tecnologia, mas tenho certeza de que alguém mexeu nas câmeras.
Alexia pediu para ver as câmeras de seguranças enquanto Marina ouvia o testemunho de Dulia, a melhor amiga de Olivia. Aos choros ela disse:
- Não acredito que ela se foi, eu e ela tínhamos nossas brigas, mas éramos inseparáveis. Ela sempre me defendia das outras meninas, Olivia adorava arranjar uma briga com aquelas garotas insuportáveis da escola, se vocês procuram suspeitos, falem com uma tal de Érica. Elas se odeiam desde o jardim de infância, e a última briga entre as duas rolou até soco.
- Rolou algum tipo de ameaça no final dessa briga? Mais alguém que Olivia discutia, ou até mesmo incomodava? - Perguntou Marina que estava anotando tudo perfeitamente.
- Érica disse que não sairia barato, quase todo mundo da escola sabem sobre essa briga. E essas pessoas que Olivia incomodava, existiam várias, mas tinha um que ela não o deixava em paz , Jon sofria muito nas mãos dela. Ele já ameaçou ela diversas vezes, mas nunca dávamos muita atenção para isso. Sei que quase ninguém ia com a cara dela, mas eu a adorava muito. Se vocês precisarem saber de alguma coisa sobre ela, fiquem a vontade para perguntar. Ela me dizia tudo.
Nesse momento, Agatha deu uma risada de deboche e falou algo muito baixo, ninguém conseguiu ouvi-lá. Mas todos ignoraram ela, pois, o foco era o assassinato.
- Tudo mesmo? Ela te contava tudo?- Perguntou a detetive Larissa, que estava todo o momento observando as testemunhas.
- Tudo não, ela vivia com marcas de roxos e a vermelhidão nos braços e nas pernas, mas sempre que eu perguntava, ela mudava de assunto - Disse Dulia em um tom de tristeza muito visível.
- Mas poderia muito bem ser das brigas em que ela se metia. Como tens certeza de que os roxos não são sobre as brigas?- Refutou Larissa com peguntas a resposta da Dulia.
- Conhecia cada roxo em que ela tinha das brigas, eu tirava ela dessas ''roubadas'' e ajudava ela a colocar gelo. - disse Dulia
Alexia chegou naquele momento com um pendrive, ela diz que ali estava toda a gravação do dia do assassinato, ela pegou o arquivo e guardou em sua mochila, voltando a atenção para as testemunhas.
Depois disso as detetives chamaram o Leonardo, mas ele disse que não queria testemunhar, estava muito triste e não conseguia falar sobre sua irmã. Deixamos ele, pois, o tempo é tudo o que ele precisa. Pegamos nossos pertences e fomos para a delegacia. Chegando lá, Mariana comentou:
- Não temos muito, mas já acho que é o suficiente para diminuir as dúvidas. Devemos ficar mais de olho no padrasto da Olivia, ele me parece um ótimo suspeito nesse caso. Alexia reforçou o fato de ter que vasculhar o arquivo do pendrive e ver se a gravação não tinha sido convertida totalmente.
Todos que estavam ali concordaram plenamente sobre, menos Agatha, que após sair da casa de Olivia, disse que ia passar em algum lugar e nós a veríamos apenas outro dia. As detetives ignoraram a falta dela e continuaram a investigação.
{Leia o segundo capitulo no blog da Kétlyn.}
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